André Braga

Janeiro 2022

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

Pesquise

 

Publicações

deus ex machina

Estatística de natal

Sobre a desigualdade soci...

só os ossos

...

Sobre a união

Merdonça no ventilador

Reino animal

Tauromaquia

É promoção, quem vai quer...

Ensejo

Até quando

Em praça pública

Guilhotina

Perto do fogo

Fezes de cada dia

Passageiro

...

Armadilha

Caiu na rede

Entre urubus

Anjo alado

Ao mestre com carinho

Vacinados

Entre mundos

Fratura exposta

Sobre nossos ombros

1000 dias de regresso

O agro é

Futuro

Clara escuridão

Fome

Trambolho

Criacionismo

Jair e o pé de feijão

Sextou!

A invasão

A marcha dos valdevinos

A nova independência

O dia do golpe

#ForaBolsonaro

O agro é pop

Rega-bofe

Medidas

“Ô abre alas que eu quero...

o pulso ainda pulsa...

Tempos frios

Espelho meu

Frio

Expiação

Confira também



subscrever feeds

Quinta-feira, 13 de Novembro de 2014

último verso

 

quando fizer meu último verso

que seja honesta minha cria

e não essa falsa poesia

lamúria à qual me presto

 

quando eu fizer esse verso

que me servirá de epitáfio

palavra quente em mármore frio

último elogio de meu universo

 

que meu último verso

seja breve e robusto

sepulcro flores arranjos

 

que meu último verso

seja augusto

seja dos anjos

 

 

*100 anos da morte de Augusto dos Anjos

Clique no assunto: , ,
Publicado por AB Poeta às 18:49
Link do post | Comentar | ADD favoritos
Follow ABPoeta on Twitter
Instagram

Compre meus livros


Livros por demanda


Poesias declamadas



Todas as publicações

Clique no assunto

todas as tags