André Braga

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Domingo, 11 de Setembro de 2022

Bolsovírus

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O evangelistão (bancada da bíblia)

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Publicado por AB Poeta às 23:06
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Uma mera etiqueta

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Publicado por AB Poeta às 22:52
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Quarta-feira, 20 de Julho de 2022

História intrínseca

 

O presente e o passado
se misturam no olhar
Mortos, ignotos ou notórios
vivem a nos abraçar
Sua história densa
de riqueza imensa
está por todo o lugar
Heróis, vilões, cativos
cada pedra, um pilar
O sobe e desce das ladeiras
há pecados ainda a pagar
Muito lhe foi roubada
a devassa foi de amargar
A divina arte lhe sobra
Ouro Preto ou Vila Rica
tudo passa, a memória fica

 

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Publicado por AB Poeta às 03:06
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O mestiço

 

Nem negro nem branco nem índio
o pardo é algo misto
mameluco caboclo mulato
não importa o lado
por quem foi parido
Sempre mal visto
carrega em seu sangue
parte do inimigo

 

Publicado por AB Poeta às 02:45
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Quarta-feira, 8 de Junho de 2022

Comitiva desventura

 

Desgarrei-me da boiada

não há como suportar

o caminho que ela segue

já se sabe onde vai dar

 

Uns morrerão pela fome

outros pelo fio do cutelo

crendo no conto do vigário

do fantasma de foice e martelo

 

Os que continuam atrás do boiadeiro

ao ruído do desafinado berrante

serão marcados, insígnia da ignorância

 

E no fim esse golpista carniceiro

ser boçal de mente delirante

acabará sozinho, no lixo, na irrelevância

 
Publicado por AB Poeta às 01:00
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O inevitável dragão que nos espera

 

Aquela lua imensa

acesa, linda luminária

parece um crânio, alvo

caveira solitária

 

Espelho astrológico

que reflete uma mortalha

lá do alto controla o tempo

ciclo que nunca falha

 

Dia e noite passam lentos

em seu cerne uma batalha

um dia estarei lá dentro

empunhando minha espada

 

Em seu eterno movimento

e seu brilho que se espalha

serei o mito refletido

perpetuando a humana saga

 
Publicado por AB Poeta às 00:14
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Sexta-feira, 20 de Maio de 2022

O rei, o servo, o sonho

 

Sonhei um dia em ser rei
Por sonhar que ganhava a guerra
acordei, guerreei e venci!
Escrevi meu nome numa era
Não importa quem matei
nem quantas vezes nessa terra
fiz guerras quem nem lutei
pois eu sonho e outro esmera
dá o sangue, luta feito fera
pelo simples sonho que sonhei
Mas um dia não mais acordarei
e esse povo que nunca desperta
dará o sangue, fará a guerra
e morrerá pelo sonho de outro rei

 

Publicado por AB Poeta às 01:14
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Vila Rica

 

Minha fé é do tamanho

da pepita que desenterra

e quanto mais dessa terra jorre

mais ao céu se sobe a torre

 

Chamem arquitetos, escultores

para edificar do barro o barroco

teremos muitos santos do pau oco

pecados a expiar dos pecadores

 

Traga a mão obra que for preciso

arrastem as correntes por mar a fora

ao luso rei o quinto indenizo

aos escravizados a palmatória

 
Publicado por AB Poeta às 00:51
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Sexta-feira, 6 de Maio de 2022

Quinto dos infernos

 

A vida dos mortos

conduz a dos vivos

entre sangue e ossos

no dobrar dos sinos

 

A história presente

perpetua o passado

pedra e corrente

por todos os lados

 

Do ouro derramado

sobrou a mínima parte

Entre a beleza e a arte

o sofrimento dos escravizados

 
Publicado por AB Poeta às 20:10
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O sacro de Ouro Preto

 

São tantos(as)

andores, altares, oratórios

brancos, pretos, mulatos

basílicas, igrejas, capelas

indígenas, cristãos, mercenários

congregações, ordens, passos

bandeirantes, escravizados

nobres, contrabandistas, conjurados

penitências , orações…

 

Sã tantos

pecadores e pecados

que só um batalhão divino

para expurga-los

 
Publicado por AB Poeta às 19:34
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Sábado, 12 de Março de 2022

Conflito

 

a bravura dos que combatem
a dor de quem se desterra
desânimo, valentia
há quem acerta
há quem erra
só não há
poesia
na guerra
!
!
!

 

Publicado por AB Poeta às 13:46
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Segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2022

Laudêmio

 
Parabéns aos franceses
mudaram o regime e a lei
resolveram a pendenga
cortaram a cabeça do rei
 
A república aqui foi proclamada
há duzentos anos atrás
mas pelo visto, só de fachada
a plebe continua onerada
 
Séculos depois, soterrados
os petropolitanos ainda pagam
o luxo da praga divina
que falta faz uma guilhotina… 

 

Publicado por AB Poeta às 20:12
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Terça-feira, 4 de Janeiro de 2022

Sobre a desigualdade social

                         a fome de justiça
          aguça a sede de vingança
          como nenhuma
                                    se alcança
   quem agoniza é a esperança
                     de barriga vazia

Publicado por AB Poeta às 21:35
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só os ossos

IMG_20211217_132430_465.jpg

 

Publicado por AB Poeta às 21:30
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Quinta-feira, 9 de Dezembro de 2021

Merdonça no ventilador

 

uma passo para um homem
um salto para os evangélicos
um assalto a nação
um atraso da humanidade

 

Publicado por AB Poeta às 23:24
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Terça-feira, 16 de Novembro de 2021

Até quando

 

Não para a ciência
à máscara e à vacina
o capitão e seu quartel
seguem a mesma sina
agravam a situação
e assim como Pilatos
lavam suas mãos
A consequência de seus atos
mais mortos e sequelados
mais pobres e miseráveis
Pagarão os responsáveis?
Certeza é que lhes reservam a inglória
de ocupar a lata de lixo da história

 

Publicado por AB Poeta às 20:26
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Quinta-feira, 4 de Novembro de 2021

Guilhotina

 
Fé demais não cheira bem:
a plebe de joelhos
entre pedidos e apelos
só alivia a culpa do rei
 
ou se vive melhor agora
cobrando os “homens-da-lei”
ou se chora a agonia:
espírito cheio, barriga vazia
 

 

Publicado por AB Poeta às 00:30
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Quarta-feira, 6 de Outubro de 2021

Futuro

 

O gosto da sopa de osso
na escuridão do fundo do poço
amarga a garganta do moço
sem futuro...

A quem ainda dá o endosso
ao boçal que está no congresso
quer ver o país em destroços
sem futuro...

“ele não” é nenhum colosso
nosso próximo passo
é derrubá-lo, mandá-lo ao fosso
e pensar no futuro...

 

Publicado por AB Poeta às 01:32
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Trambolho

 

IMG_20210910_201235_714.jpg

 

 

Publicado por AB Poeta às 01:14
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