Manifestações consciente do inconsciente. Contos e poesia crônica.

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Quinta-feira, 17 de Junho de 2010

Versificados

 

Classificaram tudo:

Gente, animal

Flor, vegetal

Sonho, Produto

 

Tudo foi reificado

Rotulado

Pela nova ordem

 

Desordem dos embalados

Todos foram apurados

Segmentados, codificados

E viraram classificados

 

Onde se vende de tudo:

A alma, o tempo, o chão

O céu, o Eu, o pão

O amor, o sexo, a solidão

O amanhã...

 

Na contra mão dessa cultura

Linha dura e formal

Vem o Poeta que, informal

Com jogo de cintura

Propõe a ruptura

 

E faz da coisa o verso

Desmistifica a imposição

Com a sua composição

Torna o banal reverso

 

Desclassifica o Classificado

Com rimas, imagens e ardor

E nas palavras empregadas de labor

Anuncia os Versificados

 

Ler jornal

Nunca mais será igual

 

publicado por AB Poeta às 18:47
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Quarta-feira, 16 de Junho de 2010

Versificados

 

Versificados, poesia em forma de anúncios classificados - http://versificados.blogspot.com/

 

Estes são os meus:

 

"Homem sarado procura mulher doente, de paixão, pois está cansado da vida sadia..."

 

"Homem cachorro procura dona, que de carinho e agüente os latidos. Negocia o uso de coleira"

 

"Homem carente procura mulher que procura homem carente. No meio dessa gente, se tiver uma, que se apresente"

 

“Procura-se: paixão cega, se perdeu no carnaval. Boa recompensa para quem achá-la”

 

“Vendo: coração pulsando firme, com sonhos semi-novos e esperança retificada; ou troco por outro de valor semelhante”

 

“Ver de amar (elo) a zul, toda de branco no altar”

 

"Alugo-me para temporada. Não lavo, não passo, não canso, só faço!"

 

@mundoid

 

publicado por AB Poeta às 21:52
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Mídia

 

Sem média

A medida

Do Mídia

É mediar

O mote midiático

 

Quanto me custa por mil?

Quanto de verba virá?

Quanto custa o custo?

Quanto me custo pra mim?

 

A resposta é impactante

Saber o custo

Às vezes sai caro

 

Verba não é verbo

 

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publicado por AB Poeta às 14:41
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Quinta-feira, 8 de Abril de 2010

For sale

 

Vende-se

E compre

 

Pague o preço

Meu caro

 

Tudo foi liquidado

 

A Graça

Ganhou

A promoção

 

Virou amostra grátis

 

Sold out

 

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publicado por AB Poeta às 13:20
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Domingo, 14 de Fevereiro de 2010

A mascara caiu

 

 

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Quarta-feira, 13 de Janeiro de 2010

Poema

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publicado por AB Poeta às 13:39
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Domingo, 6 de Dezembro de 2009

Garagem Cultural - GC Zine

O GC Zine é um fanzine que divulga cultura, informação, entretenimento e o comércio local, distribuído gratuitamente na zona norte de São Paulo (arredores das avenidas: Guapira, Gal. Ataliba Leonel e Tucuruvi, também na UniSant’Anna e Metrô Tietê).

 

 

Na edição número quinze (ano três) foi publicado um poema de minha autoria – E assim foi feito (O princípio).

 Clique aqui e faça o download da edição. 

 

Outras Edições:

 

GC Nº 2 (raro)

 

GC Nº 15

 

GC Nº 16

 

GC Nº 17

 

GC Nº 18

 

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publicado por AB Poeta às 16:20
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Sábado, 5 de Dezembro de 2009

Pérola de Broze - Desencannes 2009

 

Clique e faça seu comentário no site do Desencannes

 

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publicado por AB Poeta às 13:37
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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2009

Jingle - Sabão Ypê

Este é nosso primeiro trabalho em grupo (faculdade), um jingle feito para o Sabão Ypê.

 

Autores: André Alves, Fabio Martins, Hilde Alves, Janaina Pangella e Michel Carvalho.

 

Jingle Sabão Ypê (em ritmo de samba)

 

Pra sujeira acabar
Você já sabe o que fazer
Pra cuidar do seu lar
O Sabão é Ypê

 

Sabão bom
Sabão bom
Sabão bom é Ypê!

 

Sabão bom
Sabão bom
Sabão bom é Ypê!

 

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publicado por AB Poeta às 01:17
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Segunda-feira, 7 de Setembro de 2009

Poesia Visual

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por AB Poeta às 15:54
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Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

Peças Desenblogue

Estas peças estão no Desenblogue. Por favor votem nelas, quem sabe elas irão para o Desencannes!

 

É só clicar nos títulos. Valeu!

Chapolin

 

 

SUPLEMEN!

 

 

Lacta

 

 

Mais uma política

 

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publicado por AB Poeta às 14:41
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Segunda-feira, 8 de Junho de 2009

Mala Direta - Aspro

Texto e diagramação: André Alves

 

Texto

 

A Aspro Serviços Centro Ltda, atua a mais de 10 anos no mercado de assistência técnica em sistemas de compressão GNV, cobrindo todo o território nacional, oferece agora aos seus clientes serviços gerais de manutenção, atuando no gerenciamento e instalação de serviços como:

 

- Elétrica

- Hidráulica

- Pintura

- Infraestrutura

 

Nosso propósito é oferecer um serviço completo e personalizado, otimizando seu tempo e atendimento junto ao seu cliente, trazendo assim rentabilidade e plena satisfação. Com esses serviços oferecemos as soluções necessárias aos problemas diários que aparecem nos grandes centros de abastecimento.

 

MD - Correio

 

 

MD - E-mail

 

 

Mais sobre a empresa: www.aspro.com.br

 

Clique aqui - download Mala Direta Aspro

 

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publicado por AB Poeta às 18:55
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Domingo, 31 de Maio de 2009

Texto justificativo - Manual de identidade visual

Texto escrito para justificar o nome, símbolo e cores da agência Mundo Comunicação:

 

O nome mundo

 

Algumas palavras, como globalização, mundialização, internacionalização, estão se tornando cada vez mais utilizadas, mais comum ao nosso cotidiano. A palavra mundo, além de representar todas essas já citadas, também denota idéias de sociedade, universo e o todo o gênero humano, o que a qualifica como uma palavra contida de significados que envolvem coletividade e vida em grupo. Acreditamos que o nome mundo transmite toda a abrangência de nosso potencial dinâmico, criativo e profissional, e toda nossa capacidade para identificar e entender as segmentações de mercado, classes sociais, regionalidades, e com isso direcionar as campanhas de nossos clientes aos devidos nichos de mercado afim de realizar sempre o melhor negócio, trazendo-lhes plena satisfação.


O símbolo

 

Escolhemos um círculo (levemente inclinado para o lado direito) para representar essa união (junção) de idéias e qualidades, e porque também o círculo representa o mundo, planeta, universo, o que mantém uma ligação direta com nosso nome.


As cores

 

Escolhemos o verde (letra “m” e símbolo) pois tem como significado o vigor, contido em nosso trabalho e determinação, a juventude que habita o âmago do espírito de nossa agência, e a calma e esperança, necessárias à realização dos projetos à nós confiados. O cinza (letras “u”, “n”, “d” e “o”) cor que tem como seu significado a estabilidade, sucesso e qualidade, adjetivos refletidos diretamente em nossas atitudes e resultados obtidos, completa nosso universo cromático.

 

 

 

Clique e faça o download do manual

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Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

Doe Órgãos

De continuidade e vida...

 

 

 

www.saude.gov.br

 

Esta peça está no desenhell, clique aqui e vote, para que ela alcance o "desenheaven"!

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Quarta-feira, 25 de Março de 2009

Viva lá crise!

Vi um e-mail esses dias onde um cara dizia - “devido à ‘crise’ blá, blá, blá... a luz no final do túnel está temporariamente desligada!”. Pessimismo dele? Talvez. De certo (talvez também) é que esse nosso camarada, autor da dita frase, assiste muito aos pessimistas telejornais da Rede Globo de televisão. Logo no começo de todo esse disse-me-disse sobre “crise”, exatamente no dia em que o ex-presidente americano W. Bush comprou (para melhor dizer, estatizou, mas falem baixinho, esse nome num mundo neoliberal é quase um palavrão) parte das ações de alguns bancos americanos, afim de evitar a quebra dos mesmos, o Jornal da Globo fez a seguinte chamada - “governo de W. Bush compra ações de bancos privados, mas especialistas dizem que não é o fim do capitalismo!”. Bem, claro que os adeptos ao socialismo, comunismo, ou qualquer outro “ismo” esquerdista, soltaram rojões adoidado, em virtude da atitude governista americana, mas “fim do capitalismo!”, isso é no mínimo uma piada.


É mais do que notório as notícias sobre empresas que estão demitindo a rodo, pelo mundo todo. A Microsoft, por exemplo, para cortar custos, devido ao decepcionante resultado obtido no último trimestre, irá cortar até 5.000 funcionários. A GM demitiu 2.000 devido à queda das vendas de veículos. A brasileiríssima (ex-estatal) Vale do Rio Doce demitiu 1.300, e 5.500 entrarão em férias coletivas escalonadas. Números atemorizantes não? Talvez.


Imagine a seguinte situação: em algum lugar, numa realidade, até então, muito distante da nossa, existia uma pessoa (chinês) que trabalhava na roça, plantando, cultivando e colhendo cereais, frutas, verduras... mas com um único propósito: garantir a subsistência sua e de seus familiares. Até que um dia alguém chega para ele e fala – olha, fiquei sabendo que na cidade grande estão empregando pessoas, talvez consigamos trabalho lá, ai não precisaremos mais labutar nos campos para tirar sustento. Achando essa idéia interessante, parte para a cidade grande mais próxima, na tentativa de empregar-se. Chegando nessa cidade ele se depara com filas gigantescas de outros iguais, em diversas fábricas dos mais varias produtos. Como para ele tanto faz, entra em qualquer uma, já que o intuito é arrumar trabalho. Nesse tiro proferido no escuro, até que ele se dá bem: arruma um emprego de, no mínimo, oito horas diárias para ganhar, quase, dois dólares por hora de labor. E quem antes não existia para o mundo capitalista, passa a ter certo valor, vira um operário assalariado, um futuro consumidor compulsivo, e, principalmente, um produtor de valia.


Pouco antes de tudo isso, do outro lado do globo, um empresário (num nome mais moderno: empreendedor), ouve falar que há várias empresas imigrando para o oriente. Mas por que isso... qual o motivo? - ele se pergunta. Então o instinto ideológico/capitalista emerge em seu ser, e produz vozes esclarecedoras em seus ouvidos que docemente lhe dizem – Reduzir custos... Reduzir custos... Reduzir... Fazendo uma conta muito simples, esse selvagem capitalista descobre que pode ganhar muito mais pagando menos de dois dólares a hora, para um chinês ou indiano, do que pagando os atuais trinta dólares a hora trabalhada para um nortista americano. Adivinha então o que ele faz? Faz as malas, pouco-a-pouco demite todos seus funcionários, abre uma fabrica num promissor país dito “socialista” chamado China e resolve todos os seus problemas de custos. Consegue assim produzir mais com menos gastos, o que reflete diretamente no valor final de seus produtos, conseqüentemente, aumentando suas vendas e derrubando concorrentes aos montes, por enquanto. Segue feliz.


No meio de todo esse processo tem um cara totalmente perdido, meio sem entender ainda o que aconteceu, esse cara é o operário nortista americano. Sem mais nem menos (alguns tentaram culpar o mercado imobiliário americano) esse cara vê-se desempregado e, pior ainda, assiste aos noticiários da TV que só falam em demissões e mais demissões em massa. Preocupado com tudo isso, sua primeira providência, mais do que urgente, é (assim como nosso amigo empreendedor fez) reduzir os custeios familiares. Daí começa o letal efeito dominó. Esse cidadão para de consumir, e o lojista que o tinha como cliente, para de vender e, conseqüentemente, para de comprar de seus fornecedores, que conseqüentemente... Mata toda a cadeia econômica do país. Mas esse efeito dominó não para por ai não. Os países que mantém algum tipo de relação comercial com o esse ai, afunda junto. Cada um afunda conforme seu grau de relacionamento. O efeito final é essa tal de “crise”. Enquanto trinta dólares pagavam somente um empregado americano do norte, agora pagam, no mínimo, quinze empregados. Negócio da china, não! A mão-de-obra que imigrou do ocidente para o oriente nunca mais, ou pelo menos por um bom período de tempo, ira voltar para seu país de origem.


Você deve estar se perguntando – onde esse indivíduo que perdeu seu precioso tempo escrevendo sobre isso quer chegar? – bem, vamos lá: acredito que estamos vivenciando não uma crise (apesar de um dos significados dessa palavra ser “mudança”), no sentido ruim que essa palavra envolve, mas sim estamos passando por uma reorganização capitalista, uma movimentação de capital. Todo o capital que regia a economia ocidental simplesmente foi embora para o oriente. Como a maioria dos países do ocidente apóiam-se em acordos comerciais, todos estão sofrendo com esse escoamento. E tudo originou-se a partir de um dos princípios básicos da produção capitalista: a redução de custos.


A produção excessiva também tem sua parcela de culpa, pois estoques abarrotados travam o processo produtivo. Mas como uma andorinha só não faz verão... O escoamento de capital divide a culpa com o estoque excessivo. Se é que existe culpado, ou culpa por alguma coisa.


Um outro fato engraçado, que acho que poucos perceberam, é que os tão falados Bric’s (Brasil, Rússia, Índia e China), que não saiam dos noticiários, simplesmente sumiram das pautas noticiarias. Os telejornais, hoje, só vendem o medo americano, o terror americano, só, mais nada. É nítido o desinteresse que há em falar sobre a ascensão econômica bricniana. Não que tudo isso não afete-os também, mas que esses últimos sofrerão muito menos, e isso é fato. Estamos assistindo ao começo do fim da hegemonia americana. O americam dream  está virando o american nightmare e o american way of life pode acabar virando o china way of life... quem sabe um dia. Já pensou, você indo até o Mc Donald’s e pedindo um suculento nuggets de escorpião, ou de gafanhoto! E a atendente ainda lhe sugere – por apenas mais um e cinquenta o Sr leva mais 100ml de um geladinho sangue de cobra natural, aceita? Você acha um lanche como esse nojento? Só lembrando que também comemos algumas coisas que outros países consideram, no mínimo, exótica: feijoada (pé de porco, orelha...), buchada de bode, sarapatel (que é feito de miúdos do porco), rins de boi, coração de galinha, carne de tatu, rã, siri, etc. Então, como não há nada com que o ser humano não se acostume, e a cultura muda no decorrer do tempo, não se impressione se chegar um dia em que seus filhos ou netos lhe implorarão de joelhos para que os leve a lanchonete mais próxima afins de saborearem um delicioso espetinho de escaravelho. E sem gordura trans em!


Mas também tem o outro lado da moeda: tradições indianas e chinesas podem estar também no principio do fim. O modelo de estratificação indiano (sistema de castas) provavelmente vai desmoronar com a invasão capitalista, e o livro vermelho do ditador Mao-Tse-Tung vai virar um empoeirado item de sebo.


Barak Obama, recém eleito presidente da, ainda, maior potência econômica mundial, está injetando dinheiro adoidado em instituições privadas, como bancos, mas mesmo estas tornando-se estatais (ou pelo menos parte delas), falar em fim do capitalismo é simplesmente desesperar-se. O capitalismo está florescendo ainda, e ainda não vivemos o seu ápice. Cuba e Coréia do Norte podem ser as próximas a sucumbir a esse sistema, quem sabe.


A queda do muro de Berlin, em 1989, inspirou o diretor alemão Wolfgang Becker a contar a estória de Alexander, um rapaz, filho de uma ativista socialista, que vivencia o final do regime esquerdista na Alemanha Oriental (Adeus Lênin! – 2003). Quem sabe, num futuro ainda distante, mas já a caminho, não veremos filmes parecidos como “Adeus Mao!”, “Adeus Fidel!”, ou quem sabe também uma das pré-estréias mais aguardadas de todos os tempos, do planeta: “Adeus Tio Sam!”

 

Tio, Che, Chong... quem diria!

 

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Quinta-feira, 19 de Março de 2009

Analise 2 - Símbolos

Neste trabalho analiso, mais uma vez de forma subjetiva, dois símbolos de duas diferentes empresas, um que acredito que seja “bom” e o outro que seja “ruim”. Os símbolos escolhidos foram os das seguintes empresas: Unilever e Carrefour.

A Unilever, empresa fundada na Inglaterra (final do século XIX) por Willian Heskett Lever, que atua no mercado brasileiro há quase 80 anos, acredito que tenha um dos mais completos símbolos que existe no mercado. Inicialmente observando-o se enxerga a letra “U”, referência direta ao nome da empresa. Observando com mais atenção, logo se vê que tal letra é formada por diversos outros pequenos símbolos, cada um com seu significado, e cada um remete a uma atividade da empresa. A disposição dos símbolos menores também tem seus motivos para estarem onde estão. Por exemplo: o desenho que simboliza os cabelos (que significa beleza e boa aparência) perto de uma flor ele evoca a limpeza, perto de uma mão representa maciez. A cor azul, que representa bem-estar, confiabilidade, tranqüilidade, etc., é perfeita para a proposta do símbolo da Unilever e para os seguimentos em que seus produtos são comercializados: alimentos, cuidados pessoais e limpeza.

 

 

O Carrefour iniciou sua sociedade em 1959 na França, e chegou ao mercado brasileiro no ano de 1975. O que me fez ter certa aversão por esse símbolo é que só fui perceber que havia a letra “C”, dentro do que imaginava que fosse alguma espécie de seta, quando iniciei o curso de Publicidade e Propaganda na faculdade! Acredito que uma empresa multinacional como essa, teria que desenvolver um símbolo, digamos, pelo menos, um pouco mais inteligível. As cores vermelha, branca e azul fazem referência direta a nacionalidade da empresa. Pesquisando um pouco sobre a origem do mesmo, descobri como se deu sua concepção. A primeira loja a ser inaugurada, na cidade francesa de Annecy, ficava perto de um cruzamento (“Carrefour”, em francês) e as setas representam esse encontro de vias. Apesar de ser bem conhecido, o símbolo do Carrefour não faz nenhuma referência a suas atividades mercadológicas e nem a nenhum produto comercializado por eles. Coisa de gênio!

 

Referências:

 

Carrefour

Significado das cores

Unilever

Wikipédia - Carrefour

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publicado por AB Poeta às 14:53
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Quinta-feira, 12 de Março de 2009

Market Share

Quota, participação, porção ou, num termo mais vulgarmente conhecido, fatia de mercado. Todas essas denominações (cada “especialista” no assunto inventa a sua) referem-se apenas a uma: Market Share!


A finalidade do Market Share é quantificar em porcentagem a participação de uma empresa em seu segmento, verificando assim sua posição junto à de seus concorrentes, perante o mercado. Para obter esse resultado as empresas geralmente dividem o total de unidades vendidas de seu produto pela quantidade total vendida no mercado em que atua. Ou então divide o valor total de vendas pelo valor total de vendas do segmento. Esse resultado quantificara a participação dessa organização no mercado atuante.


A importância de se preocupar com o Market Share é que, além de, claro, saber a participação da empresa junto ao mercado, manter sua marca entre as líderes é certeza de agregar valores como qualidade, credibilidade, confiança, etc., ao produto e isso, conseqüentemente, impulsiona as vendas.


Em mercados onde a competitividade se da somente através da guerra de preços, fica mais difícil quantificar essa participação, pois o sobe e desce de valores alterna também as posições mercadológicas das empresas.


Calcular essa participação não é tão simples quanto parece. Philip Kotler, considerado um dos maiores “gurus” dos negócios, afirma que, se uma empresa cresce 5% ao ano e o setor em que atua cresce 10%, ela está perdendo participação de mercado. Acompanhar o crescimento do setor é extremamente importante para manter um bom Market Share.

 

Referências:

 

Wikipédia - Quota de mercado

Info Money - Glossário

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Quarta-feira, 4 de Março de 2009

Ter Estilo

Tribo: essa dissílaba, de origem latina (tribus: divisão política Romana), serve para designar grupos de povos primitivos, grupos pré-estado, indígenas, ou qualquer outra espécie de formação social que não seja ocidental. Num sentido mais contemporâneo, designa pequenos grupos urbanos que reúnem-se em torno dos mesmos interesses culturais: música, linguagens, vestes, idéias, etc... E dentro desta nossa solidariedade orgânica, várias tribos, dos mais variados estilos, convivem pacificamente... ou pelo menos a maioria. E dentro das tribos urbanas os adeptos reconhecem-se, aceitam-se, mutuamente. E saindo do macro organismo e inserindo-se num micro, esses seres tribais, de alguma forma, reconhecendo-se, descoisificam-se.


Ter um estilo: é o que hoje a maioria das pessoas procuram, em matéria de comportamento. Querem ter uma característica própria, algo que as destaquem em meio à multidão. E ter estilo é muito mais que estar na moda. Estar na moda é querer ser igual à maioria. É seguir uma tendência. E ter estilo não, ter estilo é querer ser diferente.


Ai é que vem a contradição: a maioria procura ter algum tipo de estilo, ter uma característica que a diferencie da massa, e quando ela tem isso, o que ela faz? Freqüenta os lugares, locais, onde todos seguem o mesmo estilo. O extremo desse tipo de comportamento estão nas chamadas tribos (no sentido contemporâneo). O individuo se veste diferente, faz um corte de cabelo diferente, usa roupas diferentes, consegue, ou pelo menos acha que consegue, ter seu estilo e, depois de tudo isso, junta-se aos seus iguais. Reifica-se na multidão e, sentido só, mas com estilo, desreifica-se junto à tribo.


Não adianta, punks, emos, metaleiros, pagodeiros, funkeiros, forroseiros, intelectuais, nerds, patricinhas, mauricinhos, todos querem ser diferentes, mas correm para os iguais para serem aceitos... mas, claro, sem perderem o estilo.


O que quero dizer, afinal, com tudo isso, é que, se você quer realmente ter estilo, não pareça com nada e não lembre ninguém!

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publicado por AB Poeta às 18:45
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Segunda-feira, 2 de Março de 2009

Marketing Sensorial

Marketing de experiência sensorial, ou simplesmente marketing sensorial, tem como objetivo criar um vínculo emocional entre produto/serviço com o cliente, explorando os cinco sentidos sensoriais humanos: olfato, tato, paladar, visão e audição. Também é chamado de terceira onda do marketing.


Essa estratégia não exige um investimento muito alto, seus resultados são práticos e de curto prazo. Essa experiência sensorial por qual os consumidores são sujeitados, além de tornar a compra do produto mais especializada, mais característica, destaca também o estabelecimento em que ela é realizada.


A visão é um dos sentidos mais explorados pelos profissionais da área. Cores, formatos e tamanho de logos são escolhidos de maneira minuciosa, para não causar nenhum tipo de aversão junto aos consumidores. A arquitetura é uma ótima opção dentro dessa estratégia, mas é a menos utilizada.


A audição deve ser cuidadosamente explorada. Em ambientes como supermercados, devem ser reproduzidas músicas mais suaves, para que os clientes passe mais tempo dentro do estabelecimento. Já em lugares em que há uma rotatividade maior de clientes, é aconselhável uma música mais acelerada.


O tato é um sentido importante. É através dele que se sente a textura ou a maciez de certos produtos. É sempre bom deixar os produtos ao alcance do consumidor.


No paladar não há muitas novidades de estratégia. Como se trata de algo muito subjetivo, e que varia de acordo com a cultura regional, a maneira mais utilizada para atrair um novo consumidor ainda é a provação, mais conhecida como mostra grátis. Oferecer balas, doces, chocolates, pode ajudar nessa nova conquista.


O olfato é o sentido menos trabalhado em ambientes empresarias, pois o aroma ideal para determinado púbico é muito difícil. Um aroma escolhido de forma errada pode causar enjôo, mal-estar em clientes e funcionários.


Aromas como bolo, pão, chocolate, café, cria um ambiente familiar, o que deixa as pessoas mais à vontade. Segundo pesquisa encomendada pela Nike, 84% dos consumidores dispõem-se mais a comprar um par de calçados quando são influenciados por um aroma floral misto. O aroma sempre deve estar, de alguma forma, ligado ao produto oferecido. Não se pode colocar, numa loja de artigos esportivos, um aroma de pão quente, por exemplo.

 

Referências:

 

Portal do Marketing

RH Portal

Portal da Administração

 

Ver: Marketing Sensorial Parte II - Rita e Roberto

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publicado por AB Poeta às 16:39
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Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009

Símbolos e Logotipos - Analise Subjetiva

Este trabalho tem por finalidade analisar os aspectos quantitativos e qualitativos de logotipos e símbolos das seguintes empresas:


• Das redes de TV: Record, Globo, Bandeirantes e SBT;
• Das bebidas fermentadas: Brahma, Antártica e Coca-Cola;
• Das automobilísticas: Ford, Chevrolet, Citroen, Ferrari e Volkswagen;
• Das petrolíferas: Shell, Esso, Ipiranga e Hudson;
• Das instituições financeiras: Bradesco, Santander, Itaú e Real (pertencente ao grupo Santander);
• Das telecomunicações: Telefônica, Vivo, Claro e Brasil Telecom.


A maioria desses símbolos e logotipos citados acima são constantemente vistos (para quem é observador) durante nosso dia-a-dia. Da casa para o trabalho, do trabalho para a faculdade, academia, igreja, happy hours, seja lá para onde for, dificilmente você não irá se deparar com algum deles.


Partindo dum ponto de vista subjetivo, confesso que não reparo muito em nenhum dos citados. Hoje quando não estou com o MP3 (Sony, esse eu vejo todos os dias) nos ouvidos, atentando aos riffs de guitarras clássicas do rock’n’roll, que me soam como doces sussurros (e a mente longe daquele pedacinho de realidade), estou com os olhos grudados em livros de literatura, filosofia, sociologia, psicologia... Nunca estou olhando pela janela. Mas, mesmo tentando fugir desse assédio visual, mantenho uma certa relação com alguns desses símbolos e logotipos.


As redes de televisão acredito que dispensam comentários. Somos educados a assistir a TV, então esses símbolos são mais que constantes em nossas vidas. E desde nossa infância. Destaco o da Rede Globo pela simplicidade e simbologia: um globo dentro de uma tela de TV dentro de outro globo; mas só simplicidade não ajuda muito, o do SBT é somente um circulo multicolorido com as iniciais da rede dentro, e é visualmente inexpressivo.


A Coca-cola tem o logotipo mais conhecido do mundo. E desde do início de suas atividades, manteve as chamativas cores (branco e vermelho), e o nome com letras sinuosas. Sinuosidade que migrou para a garrafa (300ml), que tem característica própria, reconhecia em qualquer lugar. É praticamente um símbolo. A Brahma e Antártica, que travam uma batalha mercadológica no segmento de bebidas fermentadas, estão no inconsciente dos brasileiros a anos. Além das duas terem em seus logos a cor vermelha, que remete ao calor, bombardeiam os consumidores com comerciais atrelados a outras paixões nacionais: futebol, churrasco e praia.


Os das indústrias automobilísticas são os mais simples. Os mais fáceis de serem lembrados. Alguns estão bem mais tempo presentes em nosso cotidiano (VW, GM, Ford), pois participam a muito mais tempo do mercado brasileiro. A Ferrari é praticamente um sonho de consumo. Além da cor característica (vermelha) acredito que a Ferrari é mais lembrando por ser, quase, uma utopia de consumo. Pelo menos para os simples mortais.


Das redes de combustível, caso você não tenha algum tipo de veículo que necessite de gasolina, álcool, etc., fica mais difícil de lembrar-se de algum. Esso e Hudson (não é a dupla sertaneja), que possuem as mesmas cores (vermelho, branco e azul), praticamente habitam somente a lembrança de pessoas acima dos trinta anos. Essas duas redes diminuíram tanto o número de seus postos que praticamente não são conhecidas pelas novas gerações. Shell e Ipiranga já são bem mais freqüentes.


O banco Bradesco, dentre as instituições financeiras, tem o símbolo mais conhecido. Além de ser a maior dentre as analisadas, é conhecido como banco popular; do povão! Como já dizia a velha piada: orelhão, puxa-saco e Bradesco, tem em qualquer esquina. O Itaú e Real tem em seus logos e símbolos cores mais discretas (azul e amarelo - verde e amarelo, respectivamente). Acredito que essas escolhas, discretamente cromáticas, seja devido as suas intenções de público alvo: uma gama mais elitizada da população. O Santander seguiu o estilo Bradesco: o bom e velho vermelho “berrante”.


As empresas de telecomunicações, depois dos processos de privatização, tornaram-se freqüentemente presentes. E a tendência é aumentar mais. Segundo a Anatel *(Agência Nacional das Telecomunicações) até 2018 existirá no Brasil um celular por habitante. O número de aparelhos saltará dos atuais 125 milhões para 250 milhões.


Hoje as ofertas, dos mais variados produtos e serviços, são totalmente agressivas. Nunca o consumidor foi tão ferosmente assediado e disputado pelos mais diversos tipos de empresas e seguimentos. Essa miríade de cores, letras e formas geométricas, que incentiva cada vez mais o consumo desenfreado, não enchem os olhos de ninguém... Alias, reparando bem, enchem sim. Enchem de um vermelho “berrante”. Quem nunca precisou ligar para uma central de telemarketing!

 

*Fonte: Info-Plantão

 

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Trabalho acadêmico realizado em 20/02/09

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publicado por AB Poeta às 12:10
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