Manifestações consciente do inconsciente. Contos e poesia crônica.

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Cavaco empenado

Caminha alma minha

Pescando Namorado

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O Padre e a Freira

Churras de carnaval

Pode chover

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Jingle - Sabão Ypê

Bossa de uma nota só

Coitado do meu violão

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Sexta-feira, 4 de Maio de 2018

Long live Café Piu-Piu

 

O Rock’n’Roll está na veia!

No palco, muitas vertentes musicais

Expressão artística diversificada:

guitarra, sanfona, violinos, metais

 

No coração do bairro do Bixiga

um dos mais tradicionais

Café Piu-Piu, a sua marca

não saiu (nem sairá) de lá jamais

 

Clássico atrás de clássico

a plateia sempre clama

por mais um riff, um refrão

que acorde a noite paulistana

 

Tantos músicos aí tocaram

e muitos outros tocarão

Que suas portas permaneçam abertas

para quem tem a música como paixão

 

Long live Café Piu-Piu!

 

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publicado por AB Poeta às 23:18
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Sábado, 31 de Janeiro de 2015

marchinha da jurupinga

 

eu quero jurupinga

pinga

pinga

e não acaba

 

melhor uma goteira que embriaga

do que um rio que me faz chorar

 

juro vou na ginga

no bloco a cantar

que eu quero que essa pinga

nunca pare de gotejar

 

eu quero jurupinga...

 

(repete até cair...)

 

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publicado por AB Poeta às 16:11
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Domingo, 9 de Novembro de 2014

Yesterday

 

I

 

nós

no carro

no rádio

Yesterday

 

de tudo que não falei

o principal ditado:

carinho entre amigos

não é pecado.

 

lado a lado

bocas juntas

corações

                separados

 

II

 

nós no carro

afins

no rádio

Let it be

 

 

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publicado por AB Poeta às 13:27
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Sábado, 7 de Setembro de 2013

Canção onde dois dançam (ou Canção da despedida)

 

menina que vive à toa        

a você faço uma canção

sem tantas coisas boas    

mas canto de coração

 

minhas palavras tolas

rimo-as com precisão

faço acordes na viola

pra essa letra sem refrão

 

nossa música não entoa      

nossas frases não rimarão

a melodia já não soa

e não há mais efusão

 

nossa dança desentoa

em poucos passos vãos

o compasso só destoa

nessa valsa sem emoção

 

por isso largo tua mão

no silêncio que ecoa

bem no meio do salão

sem promessa sem festoa

 

o baile acabou

par já não somos

a luz se apagou

nós dois dançamos

 

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publicado por AB Poeta às 04:17
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Segunda-feira, 16 de Abril de 2012

Centenário alvinegro

 

O Santos é meu time

e eu torço com fervor

alvinegra é minha camisa

e eu visto com amor

Santos centenário

sempre joga pra vencer!

 

Santos sempre Santos

Santos sempre eu ei de ser

 

O Santos sempre busca a vitória

Na Vila, dentro ou fora, aonde for

O time da virada

nunca tem o que temer!

 

Santos sempre Santos

Santos sempre eu ei de ser

 

A torcida se dedica com louvor

canta e empurra o time por amor

O caldeirão da Vila

quando enche é pra ferver!

 

Santos sempre Santos

Santos sempre eu ei de ser

 

A arte já faz parte

de sua história

da Vila para o mundo

com suas glórias

Os craques da baixada

quando jogam é pra valer!

 

Santos sempre Santos

Santos sempre eu ei de ser

 

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publicado por AB Poeta às 16:20
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Sexta-feira, 9 de Setembro de 2011

Barulho dos Inocentes

 

Rebeldia Punk

grito suburbano

 

A cidade não pára

ambiente desumano

 

Ao que me parece

o pânico prevalece em SP

onde anoitece e aparece

a face de deus na rotina

da pátria amada

do desequilíbrio

 

Devoro estilhaços calado

o expresso oriente descarrila

Eu ignorado, faminto

um ninguém em chamas

sem medo de morrer, sem valor

 

Inimigo, homem negro

que bebe demais, sujo

estranho de sangue ruim

um verme, resto de nada

 

Que tem nojo

que aprendeu a odiar

um homem em fúria

sem nada a perder

pesadelo contra o mal

 

A noite dome lá fora

amanha será tarde demais

 

Só a raiva vai nos salvar!

 

 

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publicado por AB Poeta às 20:44
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Domingo, 3 de Julho de 2011

Maria, Maria...

 

À Betânia

 

Maria, Maria
o que ela queria
eu já sabia
que era só dinheiro
pra dizer poesia.

 

A alma fria
não vale um verso
quem diria
de todo universo
logo você
Maria...

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publicado por AB Poeta às 16:14
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Quarta-feira, 12 de Janeiro de 2011

Ladrão de flores (e pra dizer que já não roubei flores)

Esse é um bregão daqueles.

 

 

Sabe amor

Aquela flor

Que te dei

 

Eu não comprei

E pra te dar

Eu roubei!

 

Agora pago o preço da desigualdade

Sofrendo esse horror atrás dessas grades

Esperando o dia de te abraçar

 

E peço encarecido ao doutor Delegado

Que julgue o amor

E não o pecado

 

Confesso, roubei

Estou apaixonado!

 

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publicado por AB Poeta às 19:47
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Sexta-feira, 29 de Outubro de 2010

Consolação

 

É lá, perto da estação

No sexto andar dum prédio

Na rua do Tédio

Mora Consolação

 

Menina bonita

Ouro, pele e paixão

Mas por um destino ingrato

Também chora a solidão

 

Não se fique assim

Porque a vida é mermo ingrata

Quando pensemo que tá farta

Vemô é que farta um montão

 

A solução, a essa artura

É juntar nossamargura

Solidão mais solidão

Vira um só coração

 

Então juntemos as mão!

 

 

 

 

(inspirado nos sambas de Adoniran Barbosa; em suas devidas proporções...)

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publicado por AB Poeta às 15:59
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Quinta-feira, 16 de Setembro de 2010

Flor do oriente (música)

Um anjo me soprou ao ouvido que o poema Flor do oriente daria música. Fiz essa letra:

 

 

Flor do oriente (música)

 

Quanto tempo ainda tem

Pra que a estrela se apresente

Com a que brilha lá no norte

Já não tive tanta sorte

 

Mas um vento veio forte

Me afastando do poente

E me levou a um horizonte

Em que tudo é diferente

 

Lá o Sol nasce sem dor

E brilha intensamente

Numa manhã multicolor

Em meio a tanta gente

Eu enxerguei a minha Flor

 

Flor do oriente

Num beijo me desoriente

Cala-me todo, sol poente

Noite que vem: suor de água ardente

 

(o corpo dormente

espera a manhã

para amar novamente)

 

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publicado por AB Poeta às 17:05
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Segunda-feira, 14 de Junho de 2010

Cavaco empenado

Mais um samba...

 

Fiz uma nota em dó

Para expressar o meu amor

Num cavaco empenado

 

Quanta dor contida

Que a corda vibrou...

Soou desafinado

 

Eu e meu amigo torto

Seguimos no compasso

Desse samba improvisado

 

Desesperado

É assim que estou

Atrás de um acorde

Que a acorde

E lhe mostre meu amor

 

Eu e meu amigo tordo

Estamos cansados

De ser ignorados

 

Se é assim, eu vou

Seguindo o compasso

Desafinado

No cavaco empenado

 

E a minha nota dó

Passando por bemol

Vai virar sol

 

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Quinta-feira, 27 de Maio de 2010

Caminha alma minha

 

Calma alma

Ainda ando

Onde a onda

Enche

Os olhos

 

Me acalma alma

Senão a gente

Indigente

Não se aninha

 

Se alinha

Coisa minha

E caminha

Para frente

 

E

Calma alma minha

Ca(l)minha

Ainda não é hora de dormir...

 

 

Inspirado na música Alma Nova

 

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publicado por AB Poeta às 20:10
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Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010

Pescando Namorado

Ela jogou a rede
No rio em Jaú
Pra pegar um Namorado
E pegou um torneado
Mas deu sorte de azarado
Ele só quer pirarucu


Ele quer pirarucu
Ele quer pirarucu


Namorado torneado
Que sorte de azarado
Ele só quer pirarucu


Olha aqui minha colega
Eu sou todo torneado
Mas não sou o Namorado


Vamos pescar juntos
Nesse rio de Jaú
Quem sabe arrumamos
Um bom pacu, pacu, pacu


Ele quer pirarucu
Ele quer pirarucu


Namorado torneado
Que sorte de azarado
Ele só quer pirarucu

 

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publicado por AB Poeta às 15:30
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Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2010

Cantiga do sapo

Tentativa de compor uma música infantil.

 

O sapo tinha uma canoa
Na canoa, ia pelo rio
O rio ia para o mar
Mar, que o sapo nunca viu


Chegando lá, logo se encantou
Na areia ele se acomodou
De óculos escuros
Deitado na esteira
Catava: Uêba! Uêba! Uêba!

 

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O Padre e a Freira

Quem foi o doido
Sem eira nem beira
O padre quer saber
Quem comeu o cu da freira


Seu herege
Isso não valeu
Já vou lhe dizendo
Esse pecado é só meu


Quem foi o doido
Sem eira nem beira
O Padre quer saber
Quem comeu o cu da freira


Padre, não diga isso não
Se o pecado é perdoado
Divide ele com os irmãos


Depois rezamos
novena ou dezena
E iremos para o céu
Eu, você e a tal freira


Quem foi o doido
Sem eira nem beira
O padre quer saber
Quem comeu o cu da freira

 

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publicado por AB Poeta às 13:33
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Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010

Churras de carnaval

Aaaaai eu tô passando mal
Comi um coração
No churras de carnaval


Tira o frango
Para de preguiça
Vira a chuleta
Que eu vô botá a lingüiça


Aaaaai eu tô passando mal
Comi um coração
No churras de carnaval


Gela a breja
Prepara a farinha
Pega o pilão
Pra socar na caipirinha


Aaaaai eu tô passando mal
Comi um coração
No churras de carnaval...

 

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publicado por AB Poeta às 13:53
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Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2009

Pode chover

Pode chover
Pode chover agora
Pode chover que a alegria não vai embora


Pode chover que eu vou até o amanhecer
Eu vou é comemorar
E não quero nem saber!


Foi mais um
Foi mais um ano que se foi
E se eu só tenho o agora
Não vou deixar para depois


Abre mais uma
Abre duas
Abre três
Que o ano está acabando
Vamos tomar de uma vez!


Primeira bateria
Vira, vira, vira
Vira, vira, vira, virou...

 

Feliz ano novo a todos!

 

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publicado por AB Poeta às 22:35
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Quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

O cão ladrão

Voltando do açougue
Cai da bicicleta
Um cachorro magro
Comeu toda bisteca


Que azar que eu dei
Em frente da estação
A bisteca que eu comprei
Quem comeu foi outro cão!


Voltando do açougue...

 

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publicado por AB Poeta às 15:12
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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2009

Jingle - Sabão Ypê

Este é nosso primeiro trabalho em grupo (faculdade), um jingle feito para o Sabão Ypê.

 

Autores: André Alves, Fabio Martins, Hilde Alves, Janaina Pangella e Michel Carvalho.

 

Jingle Sabão Ypê (em ritmo de samba)

 

Pra sujeira acabar
Você já sabe o que fazer
Pra cuidar do seu lar
O Sabão é Ypê

 

Sabão bom
Sabão bom
Sabão bom é Ypê!

 

Sabão bom
Sabão bom
Sabão bom é Ypê!

 

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publicado por AB Poeta às 01:17
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Domingo, 11 de Outubro de 2009

Bossa de uma nota só

Escolha um acorde que melhor combine com o seu tom de voz e toque essa velha bossa nova a vontade!

 

Letra: André Al e Michel Carvalho


Lá vai o barquinho
No mar azulzinho
E a nuvem branquinha
No céu a flutuar


O meu amorzinho
Foi-se, redemoinho
E eu to sozinho
Sob a luz do luar


Destino
Por que és ingrato
Me deixou de lado
Preso a solidão


Sorriso
Vadio encantado
Rimo encabulado
Com o meu violão...

 

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publicado por AB Poeta às 20:28
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