André Braga

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O agro é

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Jair e o pé de feijão

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O agro é pop

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Quarta-feira, 6 de Outubro de 2021

Sobre nossos ombros

 

O país está no inferno
mas há dinheiro no paraíso
champagne, caviar, ternos
ilhas fiscais, bancos suíços

Ao trabalhador, sempre otário
as taxas, o peso do imposto
a fossa no fundo do poço
o prato com resto de osso
na carne o amargo desgosto

 

Publicado por AB Poeta às 01:50
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1000 dias de regresso

 

Mil dias de (des)governo
mil dias de avacalhação
Enquanto a vaca vai pro brejo
a boiada vai á manifestação
em prol da desobediência
em prol da corrupção

Enquanto a fome só aumenta
a comitiva arrota leite condensado
e o futuro que se apresenta
é a cópia mal feita do passado
Mil dias de regresso
desordem em progresso

 

Publicado por AB Poeta às 01:46
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O agro é

 

O agro é vida
é pop, é arma
é armação
O agro é grilagem
é desterro, é poder
é inflação
O agro é dólar
é miséria, é lobby
é extorsão
O agro é fome
é tóxico, é golpe
é escravidão
O agro é morte

 

Publicado por AB Poeta às 01:38
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Futuro

 

O gosto da sopa de osso
na escuridão do fundo do poço
amarga a garganta do moço
sem futuro...

A quem ainda dá o endosso
ao boçal que está no congresso
quer ver o país em destroços
sem futuro...

“ele não” é nenhum colosso
nosso próximo passo
é derrubá-lo, mandá-lo ao fosso
e pensar no futuro...

 

Publicado por AB Poeta às 01:32
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Fome

 

fome.jpg

 

 

Publicado por AB Poeta às 01:17
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Domingo, 29 de Agosto de 2021

Jair e o pé de feijão

 

Estão lhe pedindo feijão
mas só oferece o fuzil
Do ferro ao chumbo, munição
grão aqui só o de projétil

A farda só enche a barriga
dos asseclas do capitão
Quem vencerá essa briga?
A fome, a miséria, a corrupção

Vários exércitos de indigentes
se formam pelos cantos da nação
A desigualdade assola a gente
não se vê o fim dessa conflagração

 

Publicado por AB Poeta às 18:46
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Sextou!

 

Sexta-feira é dia de beber
algo que deixou de ser pecado
O consumo já não o faz desmerecer
temos até monja ao nosso lado

Dizem que devo ser moderado
o que soa diferente da propaganda
mas a embaixadora nos faz criança
deixe-me beber e não encha o sacro

 

Publicado por AB Poeta às 18:40
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#ForaBolsonaro

 

Age como bicho de esgoto
o escroto bolsorato
A milícia e sua família
formam a bolsoquadrilha
Asseclas tem de montão
a matilha de bolsocão
Pela boiada é amado
rebanho de bolsogado
Para completar o cenário
um monte de bolsotário
que o vê como messias
a pior das fantasias
Pelos idiotas idolatrado
só nos sobra o brado:
FORA BOLSONARO!

 

Publicado por AB Poeta às 18:28
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O agro é pop

 

A fome era zero
agora elevou a numeração
O agro ficou pop
ganha mais com a produção
Dólar em alta
garante melhor arrecadação
O mercado interno
que pague mais pela mesma porção
Mas não se preocupe
sobrará ao menos os ossos
para a sopa, ou roer feito um cão

 

Publicado por AB Poeta às 18:22
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Frio

 

O frio do tempo
O frio do chão
O aquecimento é global
mas não aquece o coração

O olhar gelado
sobre o desvalido
lhe cobre o corpo
de desilusão

No fio da navalha
nada o agasalha
No frio da navalha
mais uma mortalha

 

Publicado por AB Poeta às 18:01
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Terça-feira, 22 de Junho de 2021

Freak Show

 

Entre lazaro e lazarento
espetáculos deprimentes
um ministro desumano
e a polícia que não prende

Dê as sobras aos mendigos
economize, o bolso rende
Os agentes levam cano
na caçada ao delinquente

Incompetências endógenas
de uma estrutura displicente
confirmando que nós somos
uma pátria de indigentes

 

Publicado por AB Poeta às 21:57
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