André Braga

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Quarta-feira, 4 de Março de 2015

o mar dentro da concha

 

na conversa calorosa

na rede fria

entre muitas palavras

e poucas imagens

surge parte nua

do corpo alvo

felino e longo

e aos poucos outras:

o colo cálice

a coisa lisa e brilhosa

o seio simétrico

a boca estática em forma de beijo

o olhar vivo que sugere o sorriso

 

e o universo que nos cerca

que ainda está em expansão

de repente se contrai

a coerciva distância geográfica acaba

na equidistância do desejo

e a ideia de espaço some

 

é como a mágica que acontece

nas trocas de cartas entre amantes

que aproxima suas mãos através do papel perfumado

como a foto que vive na carteira

ícone que ameniza a ausência

como a pequena concha jogada na areia

que ao pé do ouvido ruge

porque dentro carrega o mar

 

a troca virtual

desvirtua o impossível

sinto sua presença

e tudo se torna atemporal

 

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Publicado por AB Poeta às 11:41
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2 comentários:
De Marcos Veloso a 5 de Março de 2015 às 20:10
Um encontro no mar amor,dentro do mais puro desejo latente,amantes entregam-se a vida,ao tempo mar amor sem horas para deixar,os sussúrros e palavras aos beijos do mar amor,fogo etérno aos tempos caminhos até sentir a liberdade do mais puro êxtase.
De AB Poeta a 6 de Março de 2015 às 21:44
rsrs

belo comentário/poesia!

vlw!

abrçs

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