André Braga

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Domingo, 27 de Junho de 2021

A alegoria como verdade

 

Ter convicção não é ter razão
pior: convictos dizem não à razão
O mito da caverna, aquele do Platão
nunca fez tanto sentido
tempos cegos, mais bocas que ouvidos

Enquanto o sábio cresce na dúvida
o convicto reduz o mundo na certeza
lhe falta clareza, lhe sobra ilusão
burro que acredita ser cavalo alazão

Isso é um tipo de “arrogância à brasileira”:
aquele que não sabe nada, mas tem opinião
“Saber” é um detalhe irrelevante, bobeira
o que “eu acho” é o que tem exatidão

Nessa realidade que parece ficção
tempos onde a ignorância é qualidade
vivemos essa porcaria de situação
um eterno atraso de sociedade

 

Publicado por AB Poeta às 11:09
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