André Braga

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Segunda-feira, 25 de Outubro de 2010

Silêncio

 

O dedo em riste

Em frente aos lábios

Pede silêncio...

 

Calo-me então.

 

O silêncio opera ecoando na alma

Por um labirinto sem fim

Até que tudo se reorganize

 

Quando ele for rompido

O dedo em riste libertará os lábios

As mãos voltarão a ser par

E as bocas falarão até o próximo silêncio

Que nascerá do beijo.

 

(a conversa das almas está no silêncio do beijo)

 

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Publicado por AB Poeta às 20:12
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2 comentários:
De Rafael a 12 de Novembro de 2010 às 12:54
mto BOM!
De AB Poeta a 12 de Novembro de 2010 às 22:31
Vlw pelo comentário!

Abrçs

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