André Braga

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Domingo, 17 de Outubro de 2010

Langor

 

Quieta, e feliz, em meu canto

Indiferente aos olhares de dó

Que me acompanham

 

Na estante sei que está a foto

Do instante nosso

Acima dos livros e das fadas

 

Do fim te desejo o começo

Da dor te sugiro a força:

A Vida começa todos os dias...

 

 

 

 

Baseado no poema de:

Etelvina Kazuko Massuda (Ethel)

 

Langor

 

Me veem

frágil, dolorida e langorosa

Em mim,

só felicidade.

Nosso amor

superou todos os

Contos de Fadas.

Imenso, pois

retratado,

congelado na eternidade

E desejar

ao meu amado,

após a separação,

após a superação da dor,

ir ao encontro de um

novo amor.

 

 

 

LANGUIDEZ. Estado do desejo amoroso, experiência da sua falta, fora de qualquer querer-possuir. – do livro Fragmentos de um discurso amoroso, de Roland Barthes.

 

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Publicado por AB Poeta às 21:38
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2 comentários:
De Naty a 19 de Outubro de 2010 às 16:39
por que ou se é bom, ou não é nada!
De AB Poeta a 19 de Outubro de 2010 às 17:00
acho que sou os dois rs rs rs

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