André Braga

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Quinta-feira, 26 de Agosto de 2010

Entre nós

 

De quatro se põe a amante

E eu ante ao corpo delirante

Imponente inundo seu fosso

Renascendo em cada gozo

 

Morosos deitamos juntos

Vendo como o mundo

Moribundo soa dissonante

Comparado ao instante

Que dura pouco segundos

 

Uma explosão de delírios

Nos faz esquecer os martírios

Que nas ruínas do ser se abrigam

E edificam uma falsa certeza

De que essa coisa é de nossa natureza

 

Ah... Que bem que faz o ato

Um momento que esquecemos do fato

De que essa sociedade banal

Só nos deixo isso de nossa origem animal

 

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Publicado por AB Poeta às 13:31
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