André Braga

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Domingo, 15 de Agosto de 2010

Lendas das pedras que rolam

 

No ônibus mágico que trilha as pautas

Paul disse a John que Léri é bi

E George, o que já foi Boy

Disse para o velho Roy

Que gostaria de ser uma linda mulher

 

Bob o jardineiro

Luta pelo verde e o orvalho

Quer que a vida seja mais natural

E sopra o divino para o infinito

 

Jim desejando o fim

Evocou seu xamã

E numa certa manhã

Fechou sua última porta

 

Madonna, mãe virgem e santa

Dá o peito aos lábios

Do garoto Jesus

Depois apara-o no colo (do útero)

 

Janes e Bob Mcgee

Admiram o cozinheiro Jimi

Preparar seu apimentado

Psico Chilli voodoo

 

No fliperama:

Quem?

O feiticeiro cego!

É a bola da vez

Próximo!

 

Na bifurcação

Entre a estrada do Céu

E a da Estrela

Seguimos a estrada

Do inferno

 

Que de um lado é possível ver

Os cavaleiros alados

A serviço de Satã

Cuspirem sangue

E pisarem em pássaros

 

E do outro, um velho senhor

Bruxo que aos sábados

Come morcegos vivos

E faz salada de ratos

 

O tempo rápido encolhe

A cada ano igual que passa

E de volta à nossa casa

Percebemos que ele nos tolhe

 

E rolam as pedras...

E morre a carne...

E ficam os mitos...

 

Nessa viagem

Que apenas está começando

 

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Publicado por AB Poeta às 03:52
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