André Braga

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Quarta-feira, 7 de Julho de 2010

Ateu

 

Virei a Cruz de ponta-cabeça

Para ver se Jesus caía

Caía em si, e saía dessa

Antes que a liça feneça

 

A imagem pregada caiu

Derrubada pelo protestante

Que ante a Cruz restante

Pregado, de joelhos recaiu

 

Toda luta esvaiu

Nesse gesto submisso

E chamam eu de Anti-Cristo

Por não fazer parte disso

 

Nada mais é contra Deus

Do que rezar para o filho seu

Morto, salvar os teus

Conforto e Jubileu

 

Enquanto rezam os “fiéis”

Tementes de um castigo

Dementes aproveitam isso

Fariseus formam seus cartéis

 

Não é preciso morrer para colher

Algo bom em outra vida

Nem prometer a eterna servidão

Gastar o tempo todo em uma lida

Invalida nossa chance de ascensão

 

Se estamos vivos e podemos fazer

O dia novo, sem guerras e conflitos

Por que rezar e esperar que tudo isso

Aconteça junto aos mitos?

 

Se a ovelha fosse sã

Veria que só serve pra dar lã

 

Rogo logo salvo

Salvo-me para um amanhã

Amanhã, amanhã, amanhã...

Para um amanhã que nunca chega.

 

Os quatro cavaleiros do apocalipse já estão entre nós:

Preguiça, Ignorância, Submissão e Cobiça.

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Publicado por AB Poeta às 15:17
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