Minhas poesias.

Junho 2020

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

Pesquise

 

Publicações

A peste

O “trezentismo”

Amor nos tempos de corona...

Aos que abanam o rabo

É frias

Embate chucro

Fim de namoro

O grande mentecapto

Sacro cheio

A nova política

Bandeirolas

Próxima cena

O churrasco

João, o fanfarrão

Regina, let's pum

O pelotão caterva

Epitáfio

O pobre brasileiro

A costureira

E daí?

É bolsodória!

Labirinto

O capitão chupeta

A canetada saiu pela cula...

Aleluia no país do carnav...

Fanáticos FC

A verdadeira história de ...

Amor nos tempos de corona...

Quarentena

Da natureza

Flatulência mental

Do amor que er[r]a

Canção do Exausto

Mineral

Joker

Torcedores FC

O alcoólatra

Animais e refeições

Remoenda

Joinha

A riqueza amazônica

Astros ilícitos

Estrela submersa

Triturados

Manhãs bragantinas

A gaiola

Aquífero paulistano II

O laranjal

Black Friday

Aquífero paulistano

Confira também




Todas as publicações

subscrever feeds

Quinta-feira, 17 de Junho de 2010

Versificados

 

Classificaram tudo:

Gente, animal

Flor, vegetal

Sonho, Produto

 

Tudo foi reificado

Rotulado

Pela nova ordem

 

Desordem dos embalados

Todos foram apurados

Segmentados, codificados

E viraram classificados

 

Onde se vende de tudo:

A alma, o tempo, o chão

O céu, o Eu, o pão

O amor, o sexo, a solidão

O amanhã...

 

Na contra mão dessa cultura

Linha dura e formal

Vem o Poeta que, informal

Com jogo de cintura

Propõe a ruptura

 

E faz da coisa o verso

Desmistifica a imposição

Com a sua composição

Torna o banal reverso

 

Desclassifica o Classificado

Com rimas, imagens e ardor

E nas palavras empregadas de labor

Anuncia os Versificados

 

Ler jornal

Nunca mais será igual

 

Publicado por AB Poeta às 18:47
Link do post | Comentar | ADD favoritos
Follow ABPoeta on Twitter
Instagram

Compre meus livros


Livros por demanda


Poesias declamadas



Clique no assunto

todas as tags