André Braga

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Sábado, 3 de Abril de 2010

Estrela (de)cadente

 

Quantas vezes brilhei nesta passarela

Quantas...

 

Na mais paulista das avenidas

Eu, dessa terra nato

Quantas vezes deslizei

Pelo tapete negro do capital

Como uma estrela cadente

Quantas...

 

Construída por migrantes

Comandada por imigrantes

Eu paulista

Não brinco mais o jogo

 

Hoje decadente

Estrela sem pontas (amorfa)

Estrelo a sarjeta

 

E fico contente

Com o tilintar da moeda

Quando cai na cuia

 

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Publicado por AB Poeta às 23:36
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