Minhas poesias.

Junho 2020

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

Pesquise

 

Publicações

A peste

O “trezentismo”

Amor nos tempos de corona...

Aos que abanam o rabo

É frias

Embate chucro

Fim de namoro

O grande mentecapto

Sacro cheio

A nova política

Bandeirolas

Próxima cena

O churrasco

João, o fanfarrão

Regina, let's pum

O pelotão caterva

Epitáfio

O pobre brasileiro

A costureira

E daí?

É bolsodória!

Labirinto

O capitão chupeta

A canetada saiu pela cula...

Aleluia no país do carnav...

Fanáticos FC

A verdadeira história de ...

Amor nos tempos de corona...

Quarentena

Da natureza

Flatulência mental

Do amor que er[r]a

Canção do Exausto

Mineral

Joker

Torcedores FC

O alcoólatra

Animais e refeições

Remoenda

Joinha

A riqueza amazônica

Astros ilícitos

Estrela submersa

Triturados

Manhãs bragantinas

A gaiola

Aquífero paulistano II

O laranjal

Black Friday

Aquífero paulistano

Confira também




Todas as publicações

subscrever feeds

Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2010

Cantiga do sapo

Tentativa de compor uma música infantil.

 

O sapo tinha uma canoa
Na canoa, ia pelo rio
O rio ia para o mar
Mar, que o sapo nunca viu


Chegando lá, logo se encantou
Na areia ele se acomodou
De óculos escuros
Deitado na esteira
Catava: Uêba! Uêba! Uêba!

 

Clique no assunto: ,
Publicado por AB Poeta às 20:43
Link do post | Comentar | ADD favoritos
Follow ABPoeta on Twitter
Instagram

Compre meus livros


Livros por demanda


Poesias declamadas



Clique no assunto

todas as tags