André Braga

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Quinta-feira, 13 de Agosto de 2009

Beja-Frô dumeu Amô

Meu benzim tatuô
Nas coista um beja-frô
E não goistô, di como ficô
O fulano, disgramado
Mintiroiso, disgranhento
Zartistinha mulanbento
Se dizia um bom pintor
Dessis di quaidro famosu
Raisbiscô glamurosu
Mas num era não sinhô
E o qui nissu mirritô
É qui minha Frô chorô
Purqui, di verdadi
O qui ele borrô
Num foi um simpris disenhô
O qui ele manchô
Foi o sonhu vuadô

Qui meu amô tantu sonhô.

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Publicado por AB Poeta às 17:22
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