André Braga

Outubro 2021

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

Pesquise

 

Publicações

Sobre nossos ombros

1000 dias de regresso

O agro é

Futuro

Clara escuridão

Fome

Trambolho

Criacionismo

Jair e o pé de feijão

Sextou!

A invasão

A marcha dos valdevinos

A nova independência

O dia do golpe

#ForaBolsonaro

O agro é pop

Rega-bofe

Medidas

“Ô abre alas que eu quero...

o pulso ainda pulsa...

Tempos frios

Espelho meu

Frio

Expiação

Mitomania

Tropa laranja

um poema solto no espaço....

Copropolítico

Marcha do xilindró

Fecopolítico

Credo

Habeas porcos

Síndrome de Estocolmo

Necropolítica

Nas ruas

Já vai tarde

Estafeta do capeta

O homem sem qualidade

Dor nossa de cada dia

A alegoria como verdade

2022

Golpistas

Brasil à deriva

Marchinha do militar com ...

"Eggo"

A flor do jardim

Aquários

Cala boca já morreu

Corticoides

Bandeira preta

Confira também



subscrever feeds

Segunda-feira, 3 de Agosto de 2009

Coitado do meu violão

Coitado do meu violão
Hoje vive num canto jogado
Sempre, a mim, de braço esticado
Mas nunca lhe estendo mão


Meus dedos a muito não passeiam
Naquele corpo sinuoso
Que emite som majestoso


Sei que seus desejos anseiam
Um acorde caloroso
De encher ouvido atencioso


Ainda o tomarei nos braços
E a palheta nas cordas de aço
Produzirão felizes, novamente
A vibração contente
Do ruído estridente
Que se transforma em emoção


Vê-lo assim dói meu coração
Sei que em você existe uma canção
Que ainda não foi tocada
E a vida, nessa longa estrada
Pode findar de supetão


Ao meu amigo, de antemão
Só, de lado, peço perdão
Ao companheiro de Luais
E tantos carnavais...
Ai... Coitado do meu violão

Clique no assunto: , , ,
Publicado por AB Poeta às 18:54
Link do post | Comentar | ADD favoritos
Follow ABPoeta on Twitter
Instagram

Compre meus livros


Livros por demanda


Poesias declamadas



Todas as publicações

Clique no assunto

todas as tags