André Braga

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Sábado, 18 de Julho de 2009

Nós

Quando palavras não ajustam, silenciemo-nos, deixemos os corpos entenderem-se... Apenas toques; afagos. Ouvidos bobos embriagam-se de adocicados sussurros ameigados... Casta criança correndo em campo vivo: mão que desliza malícia leve sobre arrepiada cálida pele; amorenado manto quente. Língua atrevida moça, caminha audaz na molhada boca; lábio carne. O instante agora: perfeito. Não precisamos das palavras. Somos um: almas amantes. Quando as bocas emudecem, deixem, que os corpos falam.

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Publicado por AB Poeta às 04:24
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