André Braga

Abril 2021

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

Pesquise

 

Publicações

Dívida histórica (ressurr...

O culto

Passando a sacolinha

Alô, câmbio

Mercado da fé

Haicais na lápide

Armada

O supremacista pardo

A verdade sobre a mentira...

Primeiro de abril

Herói servil

Estreitando relações

xou da xoxa

Neopentecostal no país do...

Fura-fila

Ensaio sobre a cegueira

Arrebatados

O pária

Diálogos desencontrados

Voto impresso

Sobre nossa política

Cancelamento

Bocaberta

Pragas

Carnacaserna

Fazendo a feira

Fartura

Ménage matinal

Gata borralheira

Bonito na foto

Adestrado II

Adestrado

Corpo incivil

Tomando no centrão

Homem ao mar II

Vacina brasileira

Homem ao mar

Intolerâncias

Como as ruas já diziam

Piada mundial

Impeachment já!

Feliz Natal

Doenças nossas de cada di...

Madrugar

O dia do Saci

Eterno halloween

A fruta proibida

Constructo

O "astronada"

Oito vezes 10

Confira também




subscrever feeds

Sábado, 27 de Junho de 2009

Centésimo post

Numas das minhas tardes de desemprego, em meados do ano de 2008, escrevi, de maneira totalmente despretensiosa, um texto falando sobre fetichismo, hiper-realidade, alienação, reificação, e outros assuntos filosóficos que caminham nessa mesma linha, ao qual intitulei de Ligadas Pelo Desejo (de consumo). Esse foi entregue na faculdade como atividade para a disciplina de filosofia (claro!). Entreguei-o sem esperar nada além da nota necessária para ser aprovado.


Num posterior dia recebi um e-mail da professora dizendo que o texto estava extra-ordinário, e pedindo autorização para lê-lo em sala! Fiquei surpreso com o pedido, pois não via nada de mais em minhas palavras. Agradeci o lisonjeio e autorizei mais do que depressa a leitura.


Fui para a faculdade e quando adentrei a sala simplesmente todos os alunos (uns 60, acho) olharam para mim. Minha visão foi à seguinte: uma mulher linda, de pele clara e cachos dourados, lia, com um sorriso enorme e sincero no delicado rosto, meu texto para sala que, parte prestava atenção, parte ria, parte cagava e anda. Quando a leitura terminou fui meio que ovacionado. A professora mais uma vez elogiou, e disse que eu deveria escrever mais, pois (segundo seu entendimento) eu fazia isso muito bem. Também disse que o texto foi lido em outras salas do curso de comunicação social.


Passado algum tempo recebo outro e-mail dela, pedindo uma cópia do texto e perguntando quando que eu iria fazer um blog. Bem, isso nem me passava pela cabeça, nem sabia como fazê-lo. Resumindo: resolvi fazer um e comecei publicando algumas coisas que já estavam prontas e foram entregues como atividades acadêmicas. Algumas cartas que escrevi por ai também resolvi publicar. Depois que o estoque acabou decidi escrever algo sem ter nenhuma obrigação. Simplesmente sentar e escrever, qualquer coisa. É engraçado, às vezes precisamos de alguém próximo para dizer-nos que somos bons em coisas que não damos tanta importância. O que não era nada antes, hoje é um vício. Agora, depois de escrever contos, poemas, letras de música, crônicas e uma série de outras coisas, publico meu centésimo post em agradecimento a você Profª Tatiana. 

 

Quem sabe um dia eu escreva um livro...

 

Obrigado pelo incentivo.

Clique no assunto:
Publicado por AB Poeta às 14:07
Link do post | Comentar | ADD favoritos
6 comentários:
De Cristiane a 28 de Junho de 2009 às 02:54
Eu sou amiga dela e li seus dois textos - parabéns, são ótimos mesmo.
De AB Poeta a 28 de Junho de 2009 às 06:07
Boa noite, ou bom dia, nem sei. Já são 02:04hs e acabei de terminar um agradecimento em forma de poema. Mas um pouco e você também entrava nele.
Fico grato pelo elogio, e por ter lido meus texto. Aproveita e lê mais algum... é de graça!

Obrigado por ter lido, Cristiane!

Bjos

Comentar post

Follow ABPoeta on Twitter
Instagram

Compre meus livros


Livros por demanda


Poesias declamadas



Todas as publicações

Clique no assunto

todas as tags