André Braga

Fevereiro 2021

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
12
13
15
16
17
18
19
20
22
23
24
25
26
27
28

Pesquise

 

Publicações

Cancelamento

Bocaberta

Pragas

Carnacaserna

Fazendo a feira

Fartura

Ménage matinal

Gata borralheira

Bonito na foto

Adestrado II

Adestrado

Corpo incivil

Tomando no centrão

Homem ao mar II

Vacina brasileira

Homem ao mar

Intolerâncias

Como as ruas já diziam

Piada mundial

Impeachment já!

Feliz Natal

Doenças nossas de cada di...

Madrugar

O dia do Saci

Eterno halloween

A fruta proibida

Constructo

O "astronada"

Oito vezes 10

Real indo pro buraco

O diamante da cidade

Para Florbela

Restos da quarentena

Seres do pântano

Curupira pirofágico

Do verde às cinzas

O amanhã a deus pertence

Churrasco

O general de pijama

A covid e o covil

Quando tudo passar

Filho da pátria

Infectados

Quiromania nossa de cada ...

Pasto Brasil II

Asas à burrice

Brincadeiras

Tiro curto

Pasto Brasil

O uso da máscara

Confira também




subscrever feeds

Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

Os últimos cinco minutos de um condenado

Este texto foi fetio para fins acadêmicos. Nós: Ana Carolina, André Alves, Bia Peterman, Cinthia Pauli, Eliana Rodrigues, Leandro Altieri e Renado Eudes, conversamos sobre o ruma que a estória tomaria e a Ana se encarregou de escreve-lo.

 

Segue texto:

 

Os útimos cinco minutos de um condenado

 

Fazia frio. Dia cinzento. Uma sensação horrível me abateu naquela hora. Os guardas vindo em direção a minha cela, como se nada tivesse para acontecer; aliás, para eles nada iria acontecer e nem mudar, era apenas mais um.

Estou caminhando pelo corredor, nunca pensei que chegaria esse momento, morrer dessa forma, sei que sou culpado. Mas se tivesse outra chance, não teria matado minha esposa e seu amante de uma forma tão cruel. Deveria apenas ter batido, sei lá, ou falado um monte de coisas que agora me vem em mente. Deveria ter deixado os dois irem embora, mas não, o ódio tomou conta de mim, foi muito mais forte do que eu.

 

Eu poderia estar livre vivendo com alguém, com meus filhos... e ela vivendo a vida dela. Sinto muito ter deixado essa visão de pai para eles.

Agora não há mais tempo, já chegou a hora, todos me olham de uma forma como nunca imaginei que um dia iriam me olhar: com ódio, com nojo e contando os últimos minutos para minha execução.

 

Nossa! Estão me amarrando a cadeira, já sinto o suor escorrer pelas costas. Só me arrependo pelos meus filhos, Luana e Felipe...  

 

Pra ver:

 

Os últimos passos de um homem (Dead man walking - EUA 1995) Direção: Tim Robbins

 

Clique no assunto: ,
Publicado por AB Poeta às 17:51
Link do post | Comentar | ADD favoritos
Follow ABPoeta on Twitter
Instagram

Compre meus livros


Livros por demanda


Poesias declamadas



Todas as publicações

Clique no assunto

todas as tags