André Braga

Janeiro 2023

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
19
20
21
22
23
24
25
26
27
29
30
31

Pesquise

 

Publicações

A moral na marca da cal

Poemografia

As novidades de Ratanabá

Expectação

O patriotário

Quadrúpedes

06 DO 1

Amnésia voluntária

Já Air

Ao eterno rei Pelé

Callichirus major (crustá...

Só mais 72hs

Messitrocracia

Seleção Amarela

Marca passo

Nuvens, nuvens...

Cão perdido

A troça do mundo é nossa

Entre sonhos

Missão Marte

A economia no reino de Ra...

O cão do planalto

O reino de Ratanabá

"Marcha soldado, cabeça d...

02/11/2022

Acabou

Acabou

Carta aos (de)missionário...

A profecia

Palanque divino

Supernova

A casa da moeda da fé

Mais 4, pra que?

Fim de papo

Céu de outubro

A idolatria

Canção da despedida

A farda, um fardo

Xeque-mate

Bolsovírus

Bicentenário

Um sórdido arquétipo

E agora, João?

Delícia e dissabor

O evangelistão (bancada d...

Juventude transviada

O coração da história

Uma mera etiqueta

Sobre a humanidade

Aquele brilho

Confira também



subscrever feeds

Segunda-feira, 9 de Março de 2009

Vidas Secas

Vidas Secas (1938)

Autor: Graciliano Ramos (1892 - 1953)

 

Na mesa nua, pratos com o mínimo de alimento; sem gosto.
O papagaio, estimado bicho, agora mudo, completa o sugo; almoço.
Na boca, seca poeira, sente-se pouco, ou único gosto; desgosto.
Ao pé o cão, magro, feio, sarnento, ruía um teco de osso.
O trabalho, na roça, chão rachado, tempos sem água; penoso.
O soldado, que representa o governo, desrespeitoso, num “zip” de lâmina lhe arranco as tripas, mas não vale esforço.
O caminho, longo, só seixos; tortuoso.
Assim é a vida em Vidas Secas.
02/02/09

 

 

 

Para ler

Vidas Secas - Graciliano Ramos

Publicado por AB Poeta às 01:48
Link do post | Comentar | ADD favoritos
Follow ABPoeta on Twitter
Instagram

Compre meus livros


Livros por demanda


Poesias declamadas



Todas as publicações

Clique no assunto

todas as tags