André Braga

Setembro 2022

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
12
13
14
15
16
17
18
19
20
22
23
24
25
26
27
28
29
30

Pesquise

 

Publicações

Canção da despedida

A farda, um fardo

Xeque-mate

Bolsovírus

Bicentenário

Um sórdido arquétipo

E agora, João?

Delícia e dissabor

O evangelistão (bancada d...

Juventude transviada

O coração da história

Uma mera etiqueta

Sobre a humanidade

Aquele brilho

A carta e o carteado

Uma questão central

#BolsonaroNuncaMais

O orgulho de ser burro II

Mãos à obra

Uma questão central

A casa abandonada

Bang-bang à brasileira

História intrínseca

Tapando a fossa

O eufemismo nosso de cada...

O burrico e a cenoura

Detrito federal

Os mendigos de gravata

Campeão mundial da vergon...

O mestiço

Urna funerária

O coral dos mudos

Comitiva desventura

Moral da história

Pelo fim da “sofrência”

Com a faca e o queijo nas...

O inevitável dragão que n...

João, o desavindo

O rei, o servo, o sonho

Burnout

Estaca zero

Vila Rica

Quinto dos infernos

O sacro de Ouro Preto

No compasso dos corações

Cegueira voluntária

Virando fumaça

Falta de Nação

Forças Mamadas

O mito da caserna

Confira também



subscrever feeds

Sexta-feira, 7 de Junho de 2013

Tanta coisa em mim morreu

 

Tanta coisa em mim morreu

enterrei sem choro nem vela

sem oração na capela

sem velório, ninguém apareceu

 

Tanta coisa em mim morreu

que alimentou a terra

fez brotar a nora era

e algo novo floresceu

 

Tanta coisa em mim morreu

que no clarear do novo dia

aquilo que não parecia

sem demora aconteceu

 

Tanta coisa em mim morreu

tudo o que me sobrou

transformou esse que sou

e meu novo eu nasceu

 

Clique no assunto: , ,
Publicado por AB Poeta às 03:35
Link do post | Comentar | ADD favoritos
Follow ABPoeta on Twitter
Instagram

Compre meus livros


Livros por demanda


Poesias declamadas



Todas as publicações

Clique no assunto

todas as tags