Minhas poesias.

Maio 2020

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
14
15
18
19
21
22
23
26
27
28
29
30
31

Pesquise

 

Publicações

Aos que abanam o rabo

É frias

Embate chucro

Fim de namoro

O grande mentecapto

Sacro cheio

A nova política

Bandeirolas

Próxima cena

O churrasco

João, o fanfarrão

Regina, let's pum

O pelotão caterva

Epitáfio

O pobre brasileiro

A costureira

E daí?

É bolsodória!

Labirinto

O capitão chupeta

A canetada saiu pela cula...

Aleluia no país do carnav...

Fanáticos FC

A verdadeira história de ...

Amor nos tempos de corona...

Quarentena

Da natureza

Flatulência mental

Do amor que er[r]a

Canção do Exausto

Mineral

Joker

Torcedores FC

O alcoólatra

Animais e refeições

Remoenda

Joinha

A riqueza amazônica

Astros ilícitos

Estrela submersa

Triturados

Manhãs bragantinas

A gaiola

Aquífero paulistano II

O laranjal

Black Friday

Aquífero paulistano

Embate público

Efêmeros

O mortiço

Confira também




Todas as publicações

subscrever feeds

Quinta-feira, 6 de Novembro de 2008

Marchinhas de carnaval

Mais um carnaval vem aí. A grande “festa da carne”, em todos os sentidos, e sentidos, sempre vem embalada com muita “música”... Ou melhor, ritmos brasileiros. E é sempre assim: muito axé music, pagodinho, funk, variações indefinidas dentro dessas definições, e, para salvar a pátria, sambas enredos clássicos e, de maneira bem modesta, as marchinhas de carnaval, que sacodem os corpos surrados de meia dúzia de foliões guerreiros (bebássos) que resistem e insistem em pular manhã a dentro. E, sabe como é, marchinha de carnaval tocou todo mundo canta! É espantoso que músicas que não tocam em canto nenhum estejam na cabeça de todos; é inato, ou melhor, é a “música brasileira inata”.


Pensando nisso, de maneira bem pretensiosa, pois mal escrevo, quanto mais componho, mesmo assim, compus algumas marchinhas (bem modestas) para embalar os foliões dos próximos carnavais... E quem sabe fazer o Arlequim parar de chorar pela Colombina e não ficar pagando mico no meio da multidão.


 

O bombardeio de Nero a Roma
Letra: André Al

 

Nero correu correu
Chegou em casa, se cansou
Deitou na sua cama
Um baseado acendeu
E Roma incendiou

 

e e e e taca fogo Nero que eu quero vê e e
e e e e fogo na bomba Nero que eu quero vê

 

Corre corre, gritaria
Que tremenda confusão
Na hora da orgia
Pintou o camburão
Semente já na mente
Não deu de vacilão
Como Pôncio Pilatos, lavou as suas mãos

 

e e e e taca fogo Nero que eu quero vê e e
e e e e fogo na bomba Nero que eu quero vê

 


A piruca do Pedrinho
Letra: André Al

 

Pedrinho pegou a pururuca
Pôs por cima da piruca

 

Pedrinho pegou a pururuca
Pôs por cima da piruca

 

Pernilongo, pardal, piolho e pulga
Paparam parte da pururuca

 

Puto com aquilo, que decepção
De cara fechada, sem hesitação
De ante da maloca, sem bico de sinuca
Jogou pra pororoca a pururuca

 

Pedrinho, mas que desatenção
Com a pururuca voou junto a piruca
 

 

Careeeeca... Careeeeca... Careeeeca...

 

 

Agora é a hora

Letra: André Al

 

Quem já morreu, já morreu
Não tá aqui, não vem mais
A tristeza faleceu
Quero alegria e paz

 

O carnaval já chegou
Vem aqui meu amor
Eu quero abraço e calor
Eu quero é mais, quero é mais

 

Dá-me um beijo na boca
Desesperança de alegria

Pois eu só tenho o “agora”
Vem-me logo e namora
Esqueça o outro rapaz

 

Não perca tempo pensando
O carnaval tá passando
A vida logo vai embora
E ai não da mais

 

Quem já morreu já morreu...

 


E assim vais, em eternos carnavais...
E quantos “ais” se deram felizes, em eternos carnavais...

Clique no assunto: ,
Publicado por AB Poeta às 02:43
Link do post | Comentar | ADD favoritos
1 comentário:
De Anónimo a 9 de Novembro de 2008 às 00:44
Toca fogo é muito bom.

Comentar post

Follow ABPoeta on Twitter
Instagram

Compre meus livros


Livros por demanda


Poesias declamadas



Clique no assunto

todas as tags