Manifestações consciente do inconsciente. Contos e poesia crônica.

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Quinta-feira, 17 de Junho de 2010

Versificados

 

Classificaram tudo:

Gente, animal

Flor, vegetal

Sonho, Produto

 

Tudo foi reificado

Rotulado

Pela nova ordem

 

Desordem dos embalados

Todos foram apurados

Segmentados, codificados

E viraram classificados

 

Onde se vende de tudo:

A alma, o tempo, o chão

O céu, o Eu, o pão

O amor, o sexo, a solidão

O amanhã...

 

Na contra mão dessa cultura

Linha dura e formal

Vem o Poeta que, informal

Com jogo de cintura

Propõe a ruptura

 

E faz da coisa o verso

Desmistifica a imposição

Com a sua composição

Torna o banal reverso

 

Desclassifica o Classificado

Com rimas, imagens e ardor

E nas palavras empregadas de labor

Anuncia os Versificados

 

Ler jornal

Nunca mais será igual

 

publicado por AB Poeta às 18:47
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Quarta-feira, 16 de Junho de 2010

Versificados

 

Versificados, poesia em forma de anúncios classificados - http://versificados.blogspot.com/

 

Estes são os meus:

 

"Homem sarado procura mulher doente, de paixão, pois está cansado da vida sadia..."

 

"Homem cachorro procura dona, que de carinho e agüente os latidos. Negocia o uso de coleira"

 

"Homem carente procura mulher que procura homem carente. No meio dessa gente, se tiver uma, que se apresente"

 

“Procura-se: paixão cega, se perdeu no carnaval. Boa recompensa para quem achá-la”

 

“Vendo: coração pulsando firme, com sonhos semi-novos e esperança retificada; ou troco por outro de valor semelhante”

 

“Ver de amar (elo) a zul, toda de branco no altar”

 

"Alugo-me para temporada. Não lavo, não passo, não canso, só faço!"

 

@mundoid

 

publicado por AB Poeta às 21:52
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Mídia

 

Sem média

A medida

Do Mídia

É mediar

O mote midiático

 

Quanto me custa por mil?

Quanto de verba virá?

Quanto custa o custo?

Quanto me custo pra mim?

 

A resposta é impactante

Saber o custo

Às vezes sai caro

 

Verba não é verbo

 

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publicado por AB Poeta às 14:41
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Quinta-feira, 8 de Abril de 2010

For sale

 

Vende-se

E compre

 

Pague o preço

Meu caro

 

Tudo foi liquidado

 

A Graça

Ganhou

A promoção

 

Virou amostra grátis

 

Sold out

 

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publicado por AB Poeta às 13:20
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Domingo, 14 de Fevereiro de 2010

A mascara caiu

 

 

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Quarta-feira, 13 de Janeiro de 2010

Poema

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publicado por AB Poeta às 13:39
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Domingo, 6 de Dezembro de 2009

Garagem Cultural - GC Zine

O GC Zine é um fanzine que divulga cultura, informação, entretenimento e o comércio local, distribuído gratuitamente na zona norte de São Paulo (arredores das avenidas: Guapira, Gal. Ataliba Leonel e Tucuruvi, também na UniSant’Anna e Metrô Tietê).

 

 

Na edição número quinze (ano três) foi publicado um poema de minha autoria – E assim foi feito (O princípio).

 Clique aqui e faça o download da edição. 

 

Outras Edições:

 

GC Nº 2 (raro)

 

GC Nº 15

 

GC Nº 16

 

GC Nº 17

 

GC Nº 18

 

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publicado por AB Poeta às 16:20
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Sábado, 5 de Dezembro de 2009

Pérola de Broze - Desencannes 2009

 

Clique e faça seu comentário no site do Desencannes

 

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publicado por AB Poeta às 13:37
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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2009

Jingle - Sabão Ypê

Este é nosso primeiro trabalho em grupo (faculdade), um jingle feito para o Sabão Ypê.

 

Autores: André Alves, Fabio Martins, Hilde Alves, Janaina Pangella e Michel Carvalho.

 

Jingle Sabão Ypê (em ritmo de samba)

 

Pra sujeira acabar
Você já sabe o que fazer
Pra cuidar do seu lar
O Sabão é Ypê

 

Sabão bom
Sabão bom
Sabão bom é Ypê!

 

Sabão bom
Sabão bom
Sabão bom é Ypê!

 

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publicado por AB Poeta às 01:17
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Segunda-feira, 7 de Setembro de 2009

Poesia Visual

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por AB Poeta às 15:54
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Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

Peças Desenblogue

Estas peças estão no Desenblogue. Por favor votem nelas, quem sabe elas irão para o Desencannes!

 

É só clicar nos títulos. Valeu!

Chapolin

 

 

SUPLEMEN!

 

 

Lacta

 

 

Mais uma política

 

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publicado por AB Poeta às 14:41
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Segunda-feira, 8 de Junho de 2009

Mala Direta - Aspro

Texto e diagramação: André Alves

 

Texto

 

A Aspro Serviços Centro Ltda, atua a mais de 10 anos no mercado de assistência técnica em sistemas de compressão GNV, cobrindo todo o território nacional, oferece agora aos seus clientes serviços gerais de manutenção, atuando no gerenciamento e instalação de serviços como:

 

- Elétrica

- Hidráulica

- Pintura

- Infraestrutura

 

Nosso propósito é oferecer um serviço completo e personalizado, otimizando seu tempo e atendimento junto ao seu cliente, trazendo assim rentabilidade e plena satisfação. Com esses serviços oferecemos as soluções necessárias aos problemas diários que aparecem nos grandes centros de abastecimento.

 

MD - Correio

 

 

MD - E-mail

 

 

Mais sobre a empresa: www.aspro.com.br

 

Clique aqui - download Mala Direta Aspro

 

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publicado por AB Poeta às 18:55
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Domingo, 31 de Maio de 2009

Texto justificativo - Manual de identidade visual

Texto escrito para justificar o nome, símbolo e cores da agência Mundo Comunicação:

 

O nome mundo

 

Algumas palavras, como globalização, mundialização, internacionalização, estão se tornando cada vez mais utilizadas, mais comum ao nosso cotidiano. A palavra mundo, além de representar todas essas já citadas, também denota idéias de sociedade, universo e o todo o gênero humano, o que a qualifica como uma palavra contida de significados que envolvem coletividade e vida em grupo. Acreditamos que o nome mundo transmite toda a abrangência de nosso potencial dinâmico, criativo e profissional, e toda nossa capacidade para identificar e entender as segmentações de mercado, classes sociais, regionalidades, e com isso direcionar as campanhas de nossos clientes aos devidos nichos de mercado afim de realizar sempre o melhor negócio, trazendo-lhes plena satisfação.


O símbolo

 

Escolhemos um círculo (levemente inclinado para o lado direito) para representar essa união (junção) de idéias e qualidades, e porque também o círculo representa o mundo, planeta, universo, o que mantém uma ligação direta com nosso nome.


As cores

 

Escolhemos o verde (letra “m” e símbolo) pois tem como significado o vigor, contido em nosso trabalho e determinação, a juventude que habita o âmago do espírito de nossa agência, e a calma e esperança, necessárias à realização dos projetos à nós confiados. O cinza (letras “u”, “n”, “d” e “o”) cor que tem como seu significado a estabilidade, sucesso e qualidade, adjetivos refletidos diretamente em nossas atitudes e resultados obtidos, completa nosso universo cromático.

 

 

 

Clique e faça o download do manual

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publicado por AB Poeta às 23:56
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Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

Doe Órgãos

De continuidade e vida...

 

 

 

www.saude.gov.br

 

Esta peça está no desenhell, clique aqui e vote, para que ela alcance o "desenheaven"!

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Quarta-feira, 25 de Março de 2009

Viva lá crise!

Vi um e-mail esses dias onde um cara dizia - “devido à ‘crise’ blá, blá, blá... a luz no final do túnel está temporariamente desligada!”. Pessimismo dele? Talvez. De certo (talvez também) é que esse nosso camarada, autor da dita frase, assiste muito aos pessimistas telejornais da Rede Globo de televisão. Logo no começo de todo esse disse-me-disse sobre “crise”, exatamente no dia em que o ex-presidente americano W. Bush comprou (para melhor dizer, estatizou, mas falem baixinho, esse nome num mundo neoliberal é quase um palavrão) parte das ações de alguns bancos americanos, afim de evitar a quebra dos mesmos, o Jornal da Globo fez a seguinte chamada - “governo de W. Bush compra ações de bancos privados, mas especialistas dizem que não é o fim do capitalismo!”. Bem, claro que os adeptos ao socialismo, comunismo, ou qualquer outro “ismo” esquerdista, soltaram rojões adoidado, em virtude da atitude governista americana, mas “fim do capitalismo!”, isso é no mínimo uma piada.


É mais do que notório as notícias sobre empresas que estão demitindo a rodo, pelo mundo todo. A Microsoft, por exemplo, para cortar custos, devido ao decepcionante resultado obtido no último trimestre, irá cortar até 5.000 funcionários. A GM demitiu 2.000 devido à queda das vendas de veículos. A brasileiríssima (ex-estatal) Vale do Rio Doce demitiu 1.300, e 5.500 entrarão em férias coletivas escalonadas. Números atemorizantes não? Talvez.


Imagine a seguinte situação: em algum lugar, numa realidade, até então, muito distante da nossa, existia uma pessoa (chinês) que trabalhava na roça, plantando, cultivando e colhendo cereais, frutas, verduras... mas com um único propósito: garantir a subsistência sua e de seus familiares. Até que um dia alguém chega para ele e fala – olha, fiquei sabendo que na cidade grande estão empregando pessoas, talvez consigamos trabalho lá, ai não precisaremos mais labutar nos campos para tirar sustento. Achando essa idéia interessante, parte para a cidade grande mais próxima, na tentativa de empregar-se. Chegando nessa cidade ele se depara com filas gigantescas de outros iguais, em diversas fábricas dos mais varias produtos. Como para ele tanto faz, entra em qualquer uma, já que o intuito é arrumar trabalho. Nesse tiro proferido no escuro, até que ele se dá bem: arruma um emprego de, no mínimo, oito horas diárias para ganhar, quase, dois dólares por hora de labor. E quem antes não existia para o mundo capitalista, passa a ter certo valor, vira um operário assalariado, um futuro consumidor compulsivo, e, principalmente, um produtor de valia.


Pouco antes de tudo isso, do outro lado do globo, um empresário (num nome mais moderno: empreendedor), ouve falar que há várias empresas imigrando para o oriente. Mas por que isso... qual o motivo? - ele se pergunta. Então o instinto ideológico/capitalista emerge em seu ser, e produz vozes esclarecedoras em seus ouvidos que docemente lhe dizem – Reduzir custos... Reduzir custos... Reduzir... Fazendo uma conta muito simples, esse selvagem capitalista descobre que pode ganhar muito mais pagando menos de dois dólares a hora, para um chinês ou indiano, do que pagando os atuais trinta dólares a hora trabalhada para um nortista americano. Adivinha então o que ele faz? Faz as malas, pouco-a-pouco demite todos seus funcionários, abre uma fabrica num promissor país dito “socialista” chamado China e resolve todos os seus problemas de custos. Consegue assim produzir mais com menos gastos, o que reflete diretamente no valor final de seus produtos, conseqüentemente, aumentando suas vendas e derrubando concorrentes aos montes, por enquanto. Segue feliz.


No meio de todo esse processo tem um cara totalmente perdido, meio sem entender ainda o que aconteceu, esse cara é o operário nortista americano. Sem mais nem menos (alguns tentaram culpar o mercado imobiliário americano) esse cara vê-se desempregado e, pior ainda, assiste aos noticiários da TV que só falam em demissões e mais demissões em massa. Preocupado com tudo isso, sua primeira providência, mais do que urgente, é (assim como nosso amigo empreendedor fez) reduzir os custeios familiares. Daí começa o letal efeito dominó. Esse cidadão para de consumir, e o lojista que o tinha como cliente, para de vender e, conseqüentemente, para de comprar de seus fornecedores, que conseqüentemente... Mata toda a cadeia econômica do país. Mas esse efeito dominó não para por ai não. Os países que mantém algum tipo de relação comercial com o esse ai, afunda junto. Cada um afunda conforme seu grau de relacionamento. O efeito final é essa tal de “crise”. Enquanto trinta dólares pagavam somente um empregado americano do norte, agora pagam, no mínimo, quinze empregados. Negócio da china, não! A mão-de-obra que imigrou do ocidente para o oriente nunca mais, ou pelo menos por um bom período de tempo, ira voltar para seu país de origem.


Você deve estar se perguntando – onde esse indivíduo que perdeu seu precioso tempo escrevendo sobre isso quer chegar? – bem, vamos lá: acredito que estamos vivenciando não uma crise (apesar de um dos significados dessa palavra ser “mudança”), no sentido ruim que essa palavra envolve, mas sim estamos passando por uma reorganização capitalista, uma movimentação de capital. Todo o capital que regia a economia ocidental simplesmente foi embora para o oriente. Como a maioria dos países do ocidente apóiam-se em acordos comerciais, todos estão sofrendo com esse escoamento. E tudo originou-se a partir de um dos princípios básicos da produção capitalista: a redução de custos.


A produção excessiva também tem sua parcela de culpa, pois estoques abarrotados travam o processo produtivo. Mas como uma andorinha só não faz verão... O escoamento de capital divide a culpa com o estoque excessivo. Se é que existe culpado, ou culpa por alguma coisa.


Um outro fato engraçado, que acho que poucos perceberam, é que os tão falados Bric’s (Brasil, Rússia, Índia e China), que não saiam dos noticiários, simplesmente sumiram das pautas noticiarias. Os telejornais, hoje, só vendem o medo americano, o terror americano, só, mais nada. É nítido o desinteresse que há em falar sobre a ascensão econômica bricniana. Não que tudo isso não afete-os também, mas que esses últimos sofrerão muito menos, e isso é fato. Estamos assistindo ao começo do fim da hegemonia americana. O americam dream  está virando o american nightmare e o american way of life pode acabar virando o china way of life... quem sabe um dia. Já pensou, você indo até o Mc Donald’s e pedindo um suculento nuggets de escorpião, ou de gafanhoto! E a atendente ainda lhe sugere – por apenas mais um e cinquenta o Sr leva mais 100ml de um geladinho sangue de cobra natural, aceita? Você acha um lanche como esse nojento? Só lembrando que também comemos algumas coisas que outros países consideram, no mínimo, exótica: feijoada (pé de porco, orelha...), buchada de bode, sarapatel (que é feito de miúdos do porco), rins de boi, coração de galinha, carne de tatu, rã, siri, etc. Então, como não há nada com que o ser humano não se acostume, e a cultura muda no decorrer do tempo, não se impressione se chegar um dia em que seus filhos ou netos lhe implorarão de joelhos para que os leve a lanchonete mais próxima afins de saborearem um delicioso espetinho de escaravelho. E sem gordura trans em!


Mas também tem o outro lado da moeda: tradições indianas e chinesas podem estar também no principio do fim. O modelo de estratificação indiano (sistema de castas) provavelmente vai desmoronar com a invasão capitalista, e o livro vermelho do ditador Mao-Tse-Tung vai virar um empoeirado item de sebo.


Barak Obama, recém eleito presidente da, ainda, maior potência econômica mundial, está injetando dinheiro adoidado em instituições privadas, como bancos, mas mesmo estas tornando-se estatais (ou pelo menos parte delas), falar em fim do capitalismo é simplesmente desesperar-se. O capitalismo está florescendo ainda, e ainda não vivemos o seu ápice. Cuba e Coréia do Norte podem ser as próximas a sucumbir a esse sistema, quem sabe.


A queda do muro de Berlin, em 1989, inspirou o diretor alemão Wolfgang Becker a contar a estória de Alexander, um rapaz, filho de uma ativista socialista, que vivencia o final do regime esquerdista na Alemanha Oriental (Adeus Lênin! – 2003). Quem sabe, num futuro ainda distante, mas já a caminho, não veremos filmes parecidos como “Adeus Mao!”, “Adeus Fidel!”, ou quem sabe também uma das pré-estréias mais aguardadas de todos os tempos, do planeta: “Adeus Tio Sam!”

 

Tio, Che, Chong... quem diria!

 

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Quinta-feira, 19 de Março de 2009

Analise 2 - Símbolos

Neste trabalho analiso, mais uma vez de forma subjetiva, dois símbolos de duas diferentes empresas, um que acredito que seja “bom” e o outro que seja “ruim”. Os símbolos escolhidos foram os das seguintes empresas: Unilever e Carrefour.

A Unilever, empresa fundada na Inglaterra (final do século XIX) por Willian Heskett Lever, que atua no mercado brasileiro há quase 80 anos, acredito que tenha um dos mais completos símbolos que existe no mercado. Inicialmente observando-o se enxerga a letra “U”, referência direta ao nome da empresa. Observando com mais atenção, logo se vê que tal letra é formada por diversos outros pequenos símbolos, cada um com seu significado, e cada um remete a uma atividade da empresa. A disposição dos símbolos menores também tem seus motivos para estarem onde estão. Por exemplo: o desenho que simboliza os cabelos (que significa beleza e boa aparência) perto de uma flor ele evoca a limpeza, perto de uma mão representa maciez. A cor azul, que representa bem-estar, confiabilidade, tranqüilidade, etc., é perfeita para a proposta do símbolo da Unilever e para os seguimentos em que seus produtos são comercializados: alimentos, cuidados pessoais e limpeza.

 

 

O Carrefour iniciou sua sociedade em 1959 na França, e chegou ao mercado brasileiro no ano de 1975. O que me fez ter certa aversão por esse símbolo é que só fui perceber que havia a letra “C”, dentro do que imaginava que fosse alguma espécie de seta, quando iniciei o curso de Publicidade e Propaganda na faculdade! Acredito que uma empresa multinacional como essa, teria que desenvolver um símbolo, digamos, pelo menos, um pouco mais inteligível. As cores vermelha, branca e azul fazem referência direta a nacionalidade da empresa. Pesquisando um pouco sobre a origem do mesmo, descobri como se deu sua concepção. A primeira loja a ser inaugurada, na cidade francesa de Annecy, ficava perto de um cruzamento (“Carrefour”, em francês) e as setas representam esse encontro de vias. Apesar de ser bem conhecido, o símbolo do Carrefour não faz nenhuma referência a suas atividades mercadológicas e nem a nenhum produto comercializado por eles. Coisa de gênio!

 

Referências:

 

Carrefour

Significado das cores

Unilever

Wikipédia - Carrefour

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publicado por AB Poeta às 14:53
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Quinta-feira, 12 de Março de 2009

Market Share

Quota, participação, porção ou, num termo mais vulgarmente conhecido, fatia de mercado. Todas essas denominações (cada “especialista” no assunto inventa a sua) referem-se apenas a uma: Market Share!


A finalidade do Market Share é quantificar em porcentagem a participação de uma empresa em seu segmento, verificando assim sua posição junto à de seus concorrentes, perante o mercado. Para obter esse resultado as empresas geralmente dividem o total de unidades vendidas de seu produto pela quantidade total vendida no mercado em que atua. Ou então divide o valor total de vendas pelo valor total de vendas do segmento. Esse resultado quantificara a participação dessa organização no mercado atuante.


A importância de se preocupar com o Market Share é que, além de, claro, saber a participação da empresa junto ao mercado, manter sua marca entre as líderes é certeza de agregar valores como qualidade, credibilidade, confiança, etc., ao produto e isso, conseqüentemente, impulsiona as vendas.


Em mercados onde a competitividade se da somente através da guerra de preços, fica mais difícil quantificar essa participação, pois o sobe e desce de valores alterna também as posições mercadológicas das empresas.


Calcular essa participação não é tão simples quanto parece. Philip Kotler, considerado um dos maiores “gurus” dos negócios, afirma que, se uma empresa cresce 5% ao ano e o setor em que atua cresce 10%, ela está perdendo participação de mercado. Acompanhar o crescimento do setor é extremamente importante para manter um bom Market Share.

 

Referências:

 

Wikipédia - Quota de mercado

Info Money - Glossário

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Quarta-feira, 4 de Março de 2009

Ter Estilo

Tribo: essa dissílaba, de origem latina (tribus: divisão política Romana), serve para designar grupos de povos primitivos, grupos pré-estado, indígenas, ou qualquer outra espécie de formação social que não seja ocidental. Num sentido mais contemporâneo, designa pequenos grupos urbanos que reúnem-se em torno dos mesmos interesses culturais: música, linguagens, vestes, idéias, etc... E dentro desta nossa solidariedade orgânica, várias tribos, dos mais variados estilos, convivem pacificamente... ou pelo menos a maioria. E dentro das tribos urbanas os adeptos reconhecem-se, aceitam-se, mutuamente. E saindo do macro organismo e inserindo-se num micro, esses seres tribais, de alguma forma, reconhecendo-se, descoisificam-se.


Ter um estilo: é o que hoje a maioria das pessoas procuram, em matéria de comportamento. Querem ter uma característica própria, algo que as destaquem em meio à multidão. E ter estilo é muito mais que estar na moda. Estar na moda é querer ser igual à maioria. É seguir uma tendência. E ter estilo não, ter estilo é querer ser diferente.


Ai é que vem a contradição: a maioria procura ter algum tipo de estilo, ter uma característica que a diferencie da massa, e quando ela tem isso, o que ela faz? Freqüenta os lugares, locais, onde todos seguem o mesmo estilo. O extremo desse tipo de comportamento estão nas chamadas tribos (no sentido contemporâneo). O individuo se veste diferente, faz um corte de cabelo diferente, usa roupas diferentes, consegue, ou pelo menos acha que consegue, ter seu estilo e, depois de tudo isso, junta-se aos seus iguais. Reifica-se na multidão e, sentido só, mas com estilo, desreifica-se junto à tribo.


Não adianta, punks, emos, metaleiros, pagodeiros, funkeiros, forroseiros, intelectuais, nerds, patricinhas, mauricinhos, todos querem ser diferentes, mas correm para os iguais para serem aceitos... mas, claro, sem perderem o estilo.


O que quero dizer, afinal, com tudo isso, é que, se você quer realmente ter estilo, não pareça com nada e não lembre ninguém!

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publicado por AB Poeta às 18:45
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Segunda-feira, 2 de Março de 2009

Marketing Sensorial

Marketing de experiência sensorial, ou simplesmente marketing sensorial, tem como objetivo criar um vínculo emocional entre produto/serviço com o cliente, explorando os cinco sentidos sensoriais humanos: olfato, tato, paladar, visão e audição. Também é chamado de terceira onda do marketing.


Essa estratégia não exige um investimento muito alto, seus resultados são práticos e de curto prazo. Essa experiência sensorial por qual os consumidores são sujeitados, além de tornar a compra do produto mais especializada, mais característica, destaca também o estabelecimento em que ela é realizada.


A visão é um dos sentidos mais explorados pelos profissionais da área. Cores, formatos e tamanho de logos são escolhidos de maneira minuciosa, para não causar nenhum tipo de aversão junto aos consumidores. A arquitetura é uma ótima opção dentro dessa estratégia, mas é a menos utilizada.


A audição deve ser cuidadosamente explorada. Em ambientes como supermercados, devem ser reproduzidas músicas mais suaves, para que os clientes passe mais tempo dentro do estabelecimento. Já em lugares em que há uma rotatividade maior de clientes, é aconselhável uma música mais acelerada.


O tato é um sentido importante. É através dele que se sente a textura ou a maciez de certos produtos. É sempre bom deixar os produtos ao alcance do consumidor.


No paladar não há muitas novidades de estratégia. Como se trata de algo muito subjetivo, e que varia de acordo com a cultura regional, a maneira mais utilizada para atrair um novo consumidor ainda é a provação, mais conhecida como mostra grátis. Oferecer balas, doces, chocolates, pode ajudar nessa nova conquista.


O olfato é o sentido menos trabalhado em ambientes empresarias, pois o aroma ideal para determinado púbico é muito difícil. Um aroma escolhido de forma errada pode causar enjôo, mal-estar em clientes e funcionários.


Aromas como bolo, pão, chocolate, café, cria um ambiente familiar, o que deixa as pessoas mais à vontade. Segundo pesquisa encomendada pela Nike, 84% dos consumidores dispõem-se mais a comprar um par de calçados quando são influenciados por um aroma floral misto. O aroma sempre deve estar, de alguma forma, ligado ao produto oferecido. Não se pode colocar, numa loja de artigos esportivos, um aroma de pão quente, por exemplo.

 

Referências:

 

Portal do Marketing

RH Portal

Portal da Administração

 

Ver: Marketing Sensorial Parte II - Rita e Roberto

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publicado por AB Poeta às 16:39
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Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009

Símbolos e Logotipos - Analise Subjetiva

Este trabalho tem por finalidade analisar os aspectos quantitativos e qualitativos de logotipos e símbolos das seguintes empresas:


• Das redes de TV: Record, Globo, Bandeirantes e SBT;
• Das bebidas fermentadas: Brahma, Antártica e Coca-Cola;
• Das automobilísticas: Ford, Chevrolet, Citroen, Ferrari e Volkswagen;
• Das petrolíferas: Shell, Esso, Ipiranga e Hudson;
• Das instituições financeiras: Bradesco, Santander, Itaú e Real (pertencente ao grupo Santander);
• Das telecomunicações: Telefônica, Vivo, Claro e Brasil Telecom.


A maioria desses símbolos e logotipos citados acima são constantemente vistos (para quem é observador) durante nosso dia-a-dia. Da casa para o trabalho, do trabalho para a faculdade, academia, igreja, happy hours, seja lá para onde for, dificilmente você não irá se deparar com algum deles.


Partindo dum ponto de vista subjetivo, confesso que não reparo muito em nenhum dos citados. Hoje quando não estou com o MP3 (Sony, esse eu vejo todos os dias) nos ouvidos, atentando aos riffs de guitarras clássicas do rock’n’roll, que me soam como doces sussurros (e a mente longe daquele pedacinho de realidade), estou com os olhos grudados em livros de literatura, filosofia, sociologia, psicologia... Nunca estou olhando pela janela. Mas, mesmo tentando fugir desse assédio visual, mantenho uma certa relação com alguns desses símbolos e logotipos.


As redes de televisão acredito que dispensam comentários. Somos educados a assistir a TV, então esses símbolos são mais que constantes em nossas vidas. E desde nossa infância. Destaco o da Rede Globo pela simplicidade e simbologia: um globo dentro de uma tela de TV dentro de outro globo; mas só simplicidade não ajuda muito, o do SBT é somente um circulo multicolorido com as iniciais da rede dentro, e é visualmente inexpressivo.


A Coca-cola tem o logotipo mais conhecido do mundo. E desde do início de suas atividades, manteve as chamativas cores (branco e vermelho), e o nome com letras sinuosas. Sinuosidade que migrou para a garrafa (300ml), que tem característica própria, reconhecia em qualquer lugar. É praticamente um símbolo. A Brahma e Antártica, que travam uma batalha mercadológica no segmento de bebidas fermentadas, estão no inconsciente dos brasileiros a anos. Além das duas terem em seus logos a cor vermelha, que remete ao calor, bombardeiam os consumidores com comerciais atrelados a outras paixões nacionais: futebol, churrasco e praia.


Os das indústrias automobilísticas são os mais simples. Os mais fáceis de serem lembrados. Alguns estão bem mais tempo presentes em nosso cotidiano (VW, GM, Ford), pois participam a muito mais tempo do mercado brasileiro. A Ferrari é praticamente um sonho de consumo. Além da cor característica (vermelha) acredito que a Ferrari é mais lembrando por ser, quase, uma utopia de consumo. Pelo menos para os simples mortais.


Das redes de combustível, caso você não tenha algum tipo de veículo que necessite de gasolina, álcool, etc., fica mais difícil de lembrar-se de algum. Esso e Hudson (não é a dupla sertaneja), que possuem as mesmas cores (vermelho, branco e azul), praticamente habitam somente a lembrança de pessoas acima dos trinta anos. Essas duas redes diminuíram tanto o número de seus postos que praticamente não são conhecidas pelas novas gerações. Shell e Ipiranga já são bem mais freqüentes.


O banco Bradesco, dentre as instituições financeiras, tem o símbolo mais conhecido. Além de ser a maior dentre as analisadas, é conhecido como banco popular; do povão! Como já dizia a velha piada: orelhão, puxa-saco e Bradesco, tem em qualquer esquina. O Itaú e Real tem em seus logos e símbolos cores mais discretas (azul e amarelo - verde e amarelo, respectivamente). Acredito que essas escolhas, discretamente cromáticas, seja devido as suas intenções de público alvo: uma gama mais elitizada da população. O Santander seguiu o estilo Bradesco: o bom e velho vermelho “berrante”.


As empresas de telecomunicações, depois dos processos de privatização, tornaram-se freqüentemente presentes. E a tendência é aumentar mais. Segundo a Anatel *(Agência Nacional das Telecomunicações) até 2018 existirá no Brasil um celular por habitante. O número de aparelhos saltará dos atuais 125 milhões para 250 milhões.


Hoje as ofertas, dos mais variados produtos e serviços, são totalmente agressivas. Nunca o consumidor foi tão ferosmente assediado e disputado pelos mais diversos tipos de empresas e seguimentos. Essa miríade de cores, letras e formas geométricas, que incentiva cada vez mais o consumo desenfreado, não enchem os olhos de ninguém... Alias, reparando bem, enchem sim. Enchem de um vermelho “berrante”. Quem nunca precisou ligar para uma central de telemarketing!

 

*Fonte: Info-Plantão

 

Para ler:

 

Texto - Logomarca? O que é isso?

Texto - Me falta etiqueta?

 

Trabalho acadêmico realizado em 20/02/09

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Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009

Carômetros - Audácia Comunicação

Estes são nossos carômetros, feitos para as aulas de fotografia publicitária.

 

Acesse: Audácia Comunicação

 

 

Foto: Annie Leibovitz

 

 

Em fim, este foi o entregue (para não falar aceito).

 

 

Logos

 

 

O Final

 

 

Audácia Comunicação é:

Aline Pellegrini

André Alves

Hilde Alves

Janaina Pangella

Michel Carvalho

Rayra Coutinho

Thamyres Souza

Vladimir Constante

 

Contato: audacia.comunicacao@hotmail.com 

Blog: http://agenciaaudacia.blogs.sapo.pt/

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Domingo, 25 de Janeiro de 2009

Peças

Quando lhe disserem OI! responda: OLLA.

 

 

Onde é que está mesmo?

 

Essa foi publicada no Desenblogue, clique aqui e veja!

 

Gosta de chocolate?

 

 

Harley, Yamaha, Suzuki... Não:

 

 

Fogões e Refrigeradores DAKO

 


 

 

Mc Mac

 

 

Nova linha de Auto-Falantes e Subwoofers UNLIKE

 

 

Cultura

 

 

 

 

Preserve a Mata Atlântica

 

 

UNITUDO

 

 

Pedra? Não, Metal.

 

 

Alto Falante Quadriaxial H-Buster

 

 

Aparelho GPS - T-LEVO - ELGIN

 

 

Alto Falante Triaxial - FOXER

 

 

Receptor Digital WII TV

 

 

Garoto de talento

 

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Me falta etiqueta?

 

Todos os dias, ou quase todos, me descubro do Parahyba, levanto do Probel, só de Dog, dirijo-me ao banheiro, às vezes sento na Loqasa, às vezes não nesse horário, mas quando sento, depois do serviço feito, passo o Carinhoso nas nádegas, ligo a Corona, me esfrego, parte com Dove parte com Colorama, enxáguo-me, desligo a ducha, e me emaranho na Sisa. Depois de seco, passo Dope nas axilas, Natura nos braços, com a Sorriso passo Colgate nos dentes, às vezes passo Bozano na face e retiro tudo com Gillette, e passo, logo após, O Boticário. Terminado tudo, saio. Vou para o quarto, coloco a Zorba, visto a Hering, boto a Lee, calço as Adidas, com Granado dentro, e o par de All-Star sobre. Coloco o Iron-Man no pulso e o Nokia no bolso. Dirijo-me à cozinha, tomo Pilão com Jussara requentados no Dako, como Pullman com Qualit, encho o Tupperware com Tio João e Carioquinha, e junto, coloco a mistura que estiver disponível. O que sobrou guardo na Brastemp. Depois de cheia e bem fechada, a Tupperware, coloco-a na Bagmax, junto com Crime e Castigo, jogo-a nas costas, coloco o Sony nos ouvidos e saio de casa. Vou para o ponto e pego o Mercedes, que não é mais Amélia, mas continua sendo de verdade. Chego ao trabalho, ligo o Dell, atendo o Ericson, às vezes o Motorola, vendo Bomber, Bravox, Selenium, Stetsom, Golden Cabo, American-Auto e mais um monte de outras coisas. Todos os dias, no mesmo horário, como o que estiver dentro do Tupperware, às vezes com Coca-Cola, outras com Dolly, algumas com Tang ou Frisco. Depois como um Nestlé, ou chupo uma Kids, ou tomo um Kibon. Passado uma hora, volto à rotina. Finda o dia de labor, pego o Mercedes, às vezes vou tomar uma Brahma, ou uma Skol, às vezes vou usar Olla, às vezes vou direto para casa. Chegando, esvazio a Bagmax, descalço o All-Star e as Adidas, tiro a Lee, a Hering, a Zorba, vou para o banheiro e refaço todo o procedimento matinal, saio e visto-me. Para passar o tempo às vezes ligo a LG, às vezes ligo o LG, às vezes escuto o Toshiba, às vezes toco a Eagle ou o Tagima e em dias quentes ligo o Walita para refrescar-me. Antes de dormir programo o Nokia para acordar-me no horário certo. Deito no Probel, jogo o Parahyba por sobre mim e repouso com a cabeça no Zelo. E assim vai...

 

Às vezes a rotina muda, inventam novas necessidades indispensáveis à nossa vida cotidiana e junto com essas invenções novas marcas vão sendo inclusas em minha história.

 

 

Para ler:

Eu etiqueta - Carlos Drummond de Andrade

Para ver:

A alma do negócio - Super Filmes - 1996

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Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009

Curta o curta - A alma do negócio

 

A Alma Do Negócio - Super Filmes - 1996

 

 

Roteiro e direção: José Roberto Torero

Produção executiva: Zita Carvalhosa

Direção de Fotografia: Katia Coelho

Direção de Arte: Billy Castilho

Montagem: Paulo Sacramento

Com:

Carlos Mariano

Renata Guimarães

 

Mais sobre, clique aqui.

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publicado por AB Poeta às 14:29
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Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009

A Posse

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Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009

Psicosoul

Sem nada pra fazer...

 

 

 

 

Dom dé qui tá uóli?

 

 

 

Restauradores descobriram, debaixo de várias camadas de tinta, novas imagens, num dos quadros mais famosos de todos os tempos.

 

 

 

 

Ford Fusion, quem tem fez por merecer. Você tem um?

 

 

O que é o vazio?

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Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008

Galeria Photo Art Barata

Segundo Walter Benjamin (1892-1940), pensador da escola de Frankfurt, o processo de industrialização da cultura, desencadeado pelo advento da revolução industrial, possibilitou que a arte, antes em poder de meia dúzia de autocratas contempladores do ócio, passasse por um processo de democratização. O que antes era único passou a ser reproduzido em série, possibilitando que diversas pessoas de classes sociais diferentes tivessem acesso as mais diversas formas de arte. Benjamin cita a fotografia como exemplo. Partindo de um único negativo, a foto pode ser diversas vezes reproduzida. Mesmo contestadas, pois mesmo a arte sendo reproduzida, a peça original não perderia sua característica de peça única, suas teorias foram fundamentais para um novo conceito que surgia, o conceito de indústria cultural.


Numa brincadeira entre amigos surgiu um dos conceitos que abalaria a concepção de obra de arte: o Ready Made. O artista plástico Marcel Duchamp (1887-1968) passou a incorporar elementos do dia-a-dia em suas obras, transportando objetos industrializados, não concebidos antes como arte, descontextualizando-os assim, e expondo-os como obras já prontas, sem aplicar sobre esses objetos nenhuma técnica artística. A mais famosa dentre elas é A Fonte, que é simplesmente um urinol branco e esmaltado comprado numa loja de materiais para construção. Correntes artísticas posteriores, como Dadaísmo, foram fortemente influenciadas por esse conceito.


Na metade do século XX, surge nos EUA e Inglaterra um outro movimento que modificaria a forma de se pensar a arte, surge então a Pop Art. Alguns artistas, entre eles Andy Warhol (1928-87), passaram a estudar símbolos e produtos das propagandas, principalmente os produtos americanos, e passaram a utilizá-los como temas de suas obras. Em cores vibrantes e berrantes, imagens de objetos, produtos ou ícones da cultura popular ocidental de massa, eram reproduzidas em tamanhos consideravelmente grandes, transformando o real em hiper-real. Utilizando dessas imagens ultra-pop, a Pop Art aproximou as artes da massa, transformando o que, antes era brega e considerado de mau gosto, em algo refinado.
Em 1987 os irmãos Thomas e John Knoll começaram a desenvolver um dos softwares mais utilizados no mundo para o tratamento e edição de imagens, o Photoshop, que teve sua primeira versão lançada pela Adobe Systems no início da década de 90. Dentre todas as ferramentas que esse aplicativo tem para oferecer, uma que se destaca é a Filter. Com ela é possível aplicar técnicas de pintura sobre qualquer imagem. Afrescos, mosaicos, pinturas a óleo, vitrais, etc., são produzidos sem esforço algum e, melhor ainda, podem ser facilmente mesclados criando assim uma “nova” técnica.


A tecnologia possibilitou uma democratização de algumas técnicas artísticas, e, graças a isso, eu inauguro aqui, incentivado pela minha amiga pretensão, que é quem me faz produzir este, a corrente artística Photo Art Barata.


O nome dessa nova corrente se deu desta maneira: Photo = nome do aplicativo que possibilita a criação desse tipo de arte; Art = palavra da lingua inglesa que significa Arte; Barata = de baixo preço. Com um custo baixíssimo você pode produzir um afresco, imprimi-lo num papel da boa qualidade, emoldura-lo e vende-lo!


Com apenas um clique, as grandes técnicas da arte estão agora a sua disposição.


Assim como eu, seja você também um Photo Artista Barato.

 

Segue abaixo algumas obras de minha autoria, e que inauguram a primeira galeria (virtual) da Photo Art Barata:

 

Frequentando-se

 

Mosaico Du Quem?

 

Stage The Hell

 

A mais paulista avenida: construida por migrantes, comandada por imigrantes.

 

Trash Food Army

 

O Elixir

 

Mata Boi

 

Posto Nº5

 

AllBlack Nite

 

Fly By Night

 

Body Doll

 

TatooDuBeem

 

Downloads:

Livro:Walter Benjamin - A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica

+Benjamin

Obras:

Marcel Duchamp

Andy Warhol

 

Clique - Mais Photo Art Barata

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Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008

Rede Record - Evolução do Logo

 

A Rede Record de televisão foi ao ar pela primeira vez em 27 de setembro de 1953. Um programa musical apresentado por Sandra Amaral e Hélio Ansaldo marcava o começo da emissora do empresário Paulo Machado de Carvalho. Hoje a Record é a emissora de TV que está há mais tempo no ar.

O primeiro logo da rede era uma rosa-dos-ventos com a palavra Record embaixo. A radio Record tinha como mascote um tigre, que acabou migrando para a TV, o que era uma tendência na época; a TV Tupi tinha como mascote um indiozinho e a Excelsior o casal Rita e Paulinho, que faziam muito sucesso entre as crianças.

Na década de 60 à emissora vive um momento aurio. Voltada a sua atenção à Música Popular Brasileira, em programas como O Fino da Bossa apresentado por Jair Rodrigues e Elis Regina, a rede atinge altos níveis de audiência. Os grandes festivais da MPB viram uma referência nacional. O seriado A Família Trapo, com Jô Soares e Ronald Golias, torna-se um dos maiores sucessos até então.


No final da década os programas musicais já não eram mais a preferência da audiência, que voltava sua atenção às telenovelas. Uma série de incêndios ocorridos nos estúdios foram cruciais para o início de uma fase decadente da emissora. Em 1972 o empresário Silvio Santos adquire 52% das ações tornado-se presidente da emissora. Nessa época ela se manteve em segundo lugar na audiência.


Essa fase decadente refletiu nas concepções do logo da emissora, que sofre uma série de modificações durante a década de 70.


A rosa-dos-ventos é retirada e é introduzido o número “7”, com a intenção de divulgar não mais o veículo e sim o canal por qual era transmitido.

Logo após ocorre outra mudança: a palavra “record” recebeu uma forma mais moderna (minimalista) uma tendência da época. A palavra TV é eliminada e é incorporado o “7” dentro da letra “O”.

Querendo valorizar seu pioneirismo nas transmissões, foi incluído no logo uma torre de transmissão. O tigre que antes era só o mascote passou a ser símbolo da rede. Com a TV em cores ganhando cada vez mais espaço, o logo ganhou cores passando para o público que a emissora teria mais “cores”, e isso ganhou mais força porque a Record foi o primeiro canal a fazer uma transmissão colorida.

Na década de 80 a emissora tinha um baixíssimo índice de audiência, e funcionava praticamente como uma retransmissora da TVS (atual SBT), pertencente também ao empresário Silvio Santos. Mesmo não passando por uma fase muito boa, ainda assim contava com um relativo sucesso no jornalismo. Um semi-circulo colorido, lembrando um arco-íris, era o mais novo símbolo da Record. Em 1989 a emissora foi vendida ao empresário Edir Macedo, o que na época, comentou-se que a rede seria utilizada apenas para propagar uma ideologia religiosa, o que aconteceu de maneira parcial.

Esse arco-íris não durou muito tempo. Com o avanço da computação gráfica, e o inicio de uma era mais computadorizada, foi criado um novo logo, composto por quatro prismas com as pontas levemente arredondadas, lembrando uma espécie de olho.

A década de 90 foi marcada pelos pesados investimentos na sofisticação da empresa, demonstrando o interesse do bispo Edir Macedo em disputar a audiência com os principais canais: Globo e SBT.

Uma esfera azul com três “escamas” em volta, cada uma com uma cor, substituiu o logo anterior. Em 1994 a esfera e as “escamas” ganharam um tom prateado, assemelhando o logo da Record com o da sua maior concorrente, a Rede Globo.

Embora todas as vinhetas das emissoras seguissem uma estética futurista, metalizadas, pratadas, cheias de luzes, ou parecendo vidro, a cor dourada voltou ao logo da emissora, funcionando como um elemento diferenciador, ganhando um ar mais tradicional, o que condiz com seu histórico.

A referência da Rede Globo como uma emissora moderna continuava fortemente presente. Na tentativa de alcançar os mesmos atributos, a Rede Record começou a construir um padrão visual semelhante, para não dizer idêntico ,ao de sua concorrente. Em 2003 o logo perdeu a palavra “rede” e ganhou um colorido mais vivo, substituindo novamente o dourado. A esfera central transformou-se num “mundo” com todos os seus detalhes.

Com a era da TV digital, em 2008 o globo do atual logo perde os detalhes e volta a ter um aspecto semelhante ao de 1990, atingindo uma identidade mais forte, que foi construída ao longo de todos esses anos.

Referências:


Record. Disponível em: http://www.rederecord.com.br/portal/home.asp


Tele História. Disponível em: http://www.telehistoria.com.br/thnews/colunas_integra.asp?id=1925


Wikipédia. Disponível em:http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_Record

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Tipos de Propaganda Política

 

 

 

Veja vídeo:

 

 

 

 

 

Faça o download da apresentação: Trabalho  Teoria Política - Tipos de Propaganda

 

Trabalho realizado no primeiro semestre de 2008.

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Sábado, 8 de Novembro de 2008

Barack Obama - Garoto propaganda

 

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Sábado, 25 de Outubro de 2008

Lei da cidade limpa

A poluição visual já foi removida das ruas, praças e avenidas da cidade de São Paulo, mas o grosso da sujeira ainda polui, e muito. Chega de varer o lixo para debaixo do tapete.

 

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Sábado, 27 de Setembro de 2008

Sessão fotográfica - Melindrosa

Esta é uma de minhas aventuras como fotógrafo. Este trabalho foi realizado no segundo semestre de 2007, para as aulas de fotográfia publicitária. Para quem nunca havia utilizado uma máquina fotográfica profissional antes, até que ficou bom!

 

 

Tema: Melindrosa

Modelos: Eva Hilanna e Bruno Cordeiro

Fotógrafo: André Al

Produtores: Aline Pellegrini, André Al, Bruna Rafael, Bruno Cordeiro, Diogenes, Eliana Rodrigues, Eva Hilanna e Janaina Pangella.

Supervisão: Profª Juliana

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Estas duas não foram aproveitadas

 

 

 

 

Equipe responsável pelo trabalho:

 

Diogenes, Aline, Bruno, Jana, Eli, Eva, Bruna e André.

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Quarta-feira, 17 de Setembro de 2008

Arte ou publicidade?

A última ceia - Leonardo Da Vinci

 

Andy Warhol - Pop Art

 

A Fonte - Marcel Duchamp

 

O Pensador - Auguste Rodin

 

Não consegui a referência dessa foto, nem da obra. Só sei que ela fica num porto...

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Sexta-feira, 12 de Setembro de 2008

Tome audácia

 

 

Albert Einstein (1879 - 1955)

 

 

Audácia: S.F. 1. Impulso de ânimo que leva a cometer atos arrojados ou difíceis. 2. Ousadia, coragem, valor. 3. Atrevimento, Insolência, petulância.

 

 

 

 

 

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Sexta-feira, 5 de Setembro de 2008

Aleatórios

Estas são criações aleatórias. Folders, logos, peças publicitárias, zoeiras e outras maluquices que saíram desta "cabecinha".

 

 

Este foi a pedido de um amigo que curte as estradeiras.

 

 

Meu futuro bar de Rock'n'Roll (sonho meu...)

 

 

Alguns logos

 

 

 

 

 

 

 

Estes foram encomendados por um pessoal do curso de Gestão de ADM (ou alguma coisa assim) da Uni9, a pedido de um amigo, que nem participava desse grupo. Ah! Um pequeno detalhe: estes foram produzidos em Powerpoint.

Fachada de uma loja de frios.

 

 

 

 

Folders

 

 

 

Este folder tem uma história interessante: antes de começar as aulas do 2º semeste/08, nós do curso de publicidade iriamos nos reunir num bar lá no Tatuapé (SP). Segundo a pessoa que estava organinzando o encontro, o bar se chamava Tatu (pelo menos foi o que entendi). Para "ilustrar" essa reunião decidi fazer este convite, que foi enviado por e-mail para todos. Posteriormente descobri que tal bar não existe, o que aconteceu foi um desencontro de informações. Quando esse meu amigo se referia ao "Tatu", não era o bar e sim o bairro, Tatuapé. Nesse "mal-entendido" nasceu este:

 

 

 

Este eu fiz só para "tirar um barato" de um amigo que quebrou um dente.

 

 

 

Peças alá Desencannes

 

 

 

 

 

 

Esta é uma "brincadeirinha" feita com base nas peças publicitárias da agência GF3, para o Instituto Mackenzie, campanha que foi feita em Outdoors.

 

 

 

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Terça-feira, 2 de Setembro de 2008

Marketing esportivo

Jornalista desde 1986, Ivan Zimmerman, há mais de 12 anos cobre a NBA (basquete), NFL (futebol americano), NHL (hockey) e MLB (baseball), além da Champions League (futebol) da UEFA. Cobriu as Copas do Mundo de 1994 pela Rádio Jovem Pan e de 2006 pela DirecTV. Participou da cobertura das Olimpíadas de 2004 pela Band Sports e continua no canal, agora narrando e comentando os jogos da NFL (o dito futebol americano).


Com a indignação a flor-da-pele, o jornalista faz uma comparação (se é que dá para comparar) do tratamento que é dado ao esporte (todos eles) nos Estados Unidos, e de como o mesmo assunto é tratado no Brasil. Os americanos fazem dele um grande negócio, não só empresarial, mas também social, e o usa como propaganda para promover o país. É só assistir a qualquer olimpíada para ver isso.
No Brasil o caso é bem diferente. A monocultura do futebol mostra como nós não sabemos valorizar as variadas modalidades esportivas. No futebol temos os melhores craques, mas todos jogando em outros países.


Outra modalidade brasuca que se destaca é o Volei de quadra Masculino. Tem uma seleção que, como poucas, em qualquer outro esporte, tem uma coleção de títulos invejável. Mesmo tendo todo esse destaque, segue o exemplo do futebol, que tem seus maiores jogadores atuando no exterior.


Os exemplos dados pelo jornalista mostra o quanto é importante fazer uma boa publicidade, qualquer que seja a modalidade esportiva, e de como o marketing, quando é bem feito, faz a diferença. 

 

**Texto referente à palestra ministrada pelo jornalista esportivo Ivan Zimmerman – 28/11/07.

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Sábado, 30 de Agosto de 2008

Convites

Estes são alguns convites que fiz a pedidos de amigos. Os dois primeiros foram feitos utilizando o PAINT e POWERPOINT, minhas primeiras aventuras no mundo da edição de imagens. Os outros foram feitos no PHOTOSHOP, um aplicativo mais apropriado para tal trabalho. Deixando de lado a qualidade técnica, o importante é saber que sem criatividade você não faz nada nem com o aplicativo mais avançado.

 

 

 

 

 

 

 

Desse foi fetio um PPS, clique aqui e faça o download.

 

 

 

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Contatos imediatos de primeiro grau

Estes trabalhos foram feitos para a sobrinha de uma amiga, que está cursando o primeiro grau. Acho que 4º ou 5º série, não sei bem. O tema era: Língua portuguesa. Os alunos teriam que fazer alguns cartazes dizendo por que se deve estudar a língua portuguesa.

 

Ai está 3 de alguns que fiz para ela:

 

 

 

 

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Sexta-feira, 29 de Agosto de 2008

Homem de Ferro

Stan Lee, hoje com oitenta e cinco anos, nunca imaginaria que sua personagem, o Iron Man (Homem de Ferro), que foi criado em 1963, seria a estrela principal de um longa metragem. Até que demorou para o super-herói voar dos quadrinhos para as grandes telas cinematográficas, já que o mundo Marvel nos cinemas aumenta cada vez mais.


Robert Downey Jr. faz o papel do mega cientista e playboy Tony Stark, um dos homens mais inteligentes do mundo, e que sofre uma crise existencial logo após ser sequestrado por terroristas paquistaneses (que coincidência: terroristas paquistaneses num filme americano!) e ver que as armas que desenvolve, em nome da “segurança mundial”, são vendidas aos principais inimigos norte-americanos. É forçado pelos sequestradores a desenvolver um míssel de grande potência, mas como é muito, mas muito inteligente, fez o que seria o protótipo de sua grande invenção: a armadura do Homem de Ferro! Ohohohoh! Nem o Macgyver conseguiria supera-lo.
Stark depois descobre que foi traído, que as armas eram vendidas para os terroristas pelo seu melhor amigo (clichesasso!). Mas, sabe como é: ele voltou, fez uma putz armadura, voou de Nova York até o Paquistão (homem de ferro, espectador de ferro, culhão de aço!) e venceu todos os caras maus. Nada de novo.


Com certeza, o professor que está lendo este relatório deve estar se perguntando: esse aluno ta é de brincadeira comigo? Não, não estou.
O que realmente chamou a atenção no filme foi o merchandising apresentado durante ele. Geralmente eles são embutidos de maneira discreta, mas nesse filme... Vamos para o primeiro de três, os mais descarados:

 

Tony está num Jeep, em algum lugar num deserto, com mais três soldados americanos. Um deles pede para tirar uma foto ao seu lado. Tony diz: “tudo bem, pode tirar... Depois você coloca no MY SPASCE”. Até ai tudo bem, esse foi o primeiro, ainda da para relevar.


O segundo: Tony recebe um telefonema, nesse mesmo deserto sei lá onde. Pega o seu ultra-celular que tem uma tela onde aparece a cara de seu interlocutor (caramba, quanta tecnologia) e, claro, a marca LG. Agora preparense!


O terceiro, e pior deles: Depois de ficar três meses nas mãos dos terroristas, Tony é resgatado (depois de uma espetacular fuga). Seus assessores querem que ele vá urgente ao hospital mais próximo. Tony se nega a ir: “Não! Antes de qualquer coisa quero um cheese-burguer!” (mais americano impossível!). Seu pedido é atendido, e recebe em mãos um pacote do BURGUER KING. O mais curioso é que ele come dois chesse-burgueres, sendo que o primeiro tem o logo do BURGUER KING, já o segundo não, tem somente uma mancha vermelha no papel que o embrulha.


É Tony, da próxima vez que fabricar uma armadura, fugir de forma espetacular de sequestradores paquistaneses, e quiser comer um hambúrguer a qualquer custo, pede para o Ronald, talvez ele te pague dois.

 

Puta enlatado americano! E não estou me referindo ao Sr. Stark. Mas, pelo menos, a trilha sonora é puro rock'n'roll.

 

Para baixar:

Iron Man - Black Sabbath

AC/DC - Back in Black

 

Assista: Iron Man (E.U.A. - 2008) - Direção de Jon Favreau

 

 


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Quinta-feira, 28 de Agosto de 2008

Garoto de futuro

 

Garoto com talento, que mantém garoto com talento, que mantém garoto com talento, que mant...

 

Não tenho muito o que falar, acho que a imagem já diz muito.

 

 

Nova tentativa...

 

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publicado por AB Poeta às 20:37
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De continuidade a vida... Doe Órgãos e tecidos

 

 

Banner refeito, com uma nova mensagem inscrita num túmulo: "aqui seus órgãos não tem serventia alguma". A diferença de cores entre as gramas é uma indicação do caminho que deve ser tomado: o da doação!

 

* Até onde eu sei, ainda não fizeram caixão com gaveta, então galera, vamos doar os órgãos, chega de ignorância sobre o assunto. Dessa vida não se leva nada!

 

Clique e entre em nossa comuinidade do Orkut

 

  

***FAZER O BEM SEM OLHAR A QUEM***

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Doe órgãos e tecidos

 

 

Campanha governamental feita para propagar informações sobre a doação de órgãos e tecidos.

 

A imagem acima é um panfleto, frente e verso, contendo as informações principais sobre, e como, doar.

Com a imagem da esquerda seria feito um banner, distribuído em todos os órgãos públicos, juntamente com os panfletos. Essa distribuição seria feita, principalmente, em escolas de primeiro e segundo grau, para desmistificar o assunto junto as crianças, jovens e adolescentes. Com essa ação, esse assunto seria, consequentemente, levado por eles às suas famílias, abrindo assim uma discussão e propagando ainda mais as informações sobre doações de órgãos e tecidos.

 

Texto que apresentou a campanha ao nosso coordenador do curso de Publicidade & Propaganda:

 

A falta de informação sobre a doação de órgãos e tecidos faz com que a fila de espera, que já passa de 75.000 pessoas, aumente cada vez mais. Dependendo do órgão necessitado, a média de espera vai de 5,5 a 11 anos. Quase 2.000 pessoas morrem todo ano por não conseguirem um transplante. O número de transplantados chega a 11.000/ano, mas infelizmente é um número que não caminha a passos largos. A média de doadores é de 5,4 por milhão de habitantes, e pode aumentar com mais informações a respeito do assunto.
Esperamos, através dessas campanhas, levar o maior número possível de informações sobre o assunto, a fim de diminuir as dúvidas, mitos e preconceitos sobre a doação de órgãos e tecidos. Tomando essa atitude acreditamos que é possível elevar o número de doadores, encurtando assim o tempo de espera por um órgão, diminuindo o sofrimento dos necessitados e de suas famílias.

 

Esta foi uma outra proposta de imagem dentro do mesmo contexto:

 

 

Camiseta:

 

 

 

Agência idealizadora:

 

 

Pratiq Comunicação é:

 

Ana Carolina

André Alves

Bianca Petterman

Cinthia Pauli

Eliana Rodrigues

Leandro Altieri

Renato Eudes

 

 

 

 

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publicado por AB Poeta às 19:23
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Minha terra tem palmeiras...

 

 

Essa é uma "brincadeira" feita tendo como base a Canção do Exílio, de Gonçalves Dias (1823-64), um dos poemas mais conhecidos da língua portuguesa, no Brasil. O final da minha versão do poema é um trecho (bem pequeno) de umas das cartas que, em 1500, Pero Vaz de Caminha, em solo brasileiro, escreveu ao rei Dom Manuel, que estava em território Luso, esperando notícias de sua mais nova colônia: a Ilha de Vera Cruz.

 

O poema passeia por várias característica culturais nossas: futebol, música, músicos, aves das mais variadas regiões do país, o "jeitinho brasileiro" e, claro, tudo isso regado a boa e velha cervejinha, que nos ajuda a engolir tudo isso, desde 1500, redonnndooo... E que, a maioria dos consumidores, apreciam sem moderação alguma.

 

 

Clique e leia na integra:

 

Canção do Exílio

 

Carta de Pero Vaz de Caminha

 

 

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publicado por AB Poeta às 17:42
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Magro Maciel

 

Piadinha política.

 

Para quem não sabe, ou melhor, não se lembra, esse carinha ai da foto é o (atualmente) Senador Marco Maciel. De 1995 a 2003 ele foi, simplesmente, vice-presidente da república, do governo FHC (Fernando Henrique Cardoso, para quem também não se lembra o que significa FHC).

Acredito que o aspecto magro, peso e notoriedade política justifica a peça!

 

 

Essa também foi publicada no Desenblog.

 

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publicado por AB Poeta às 14:11
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