Manifestações consciente do inconsciente. Contos e poesia crônica.

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Analise 2 - Símbolos

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Quinta-feira, 19 de Março de 2009

Analise 2 - Símbolos

Neste trabalho analiso, mais uma vez de forma subjetiva, dois símbolos de duas diferentes empresas, um que acredito que seja “bom” e o outro que seja “ruim”. Os símbolos escolhidos foram os das seguintes empresas: Unilever e Carrefour.

A Unilever, empresa fundada na Inglaterra (final do século XIX) por Willian Heskett Lever, que atua no mercado brasileiro há quase 80 anos, acredito que tenha um dos mais completos símbolos que existe no mercado. Inicialmente observando-o se enxerga a letra “U”, referência direta ao nome da empresa. Observando com mais atenção, logo se vê que tal letra é formada por diversos outros pequenos símbolos, cada um com seu significado, e cada um remete a uma atividade da empresa. A disposição dos símbolos menores também tem seus motivos para estarem onde estão. Por exemplo: o desenho que simboliza os cabelos (que significa beleza e boa aparência) perto de uma flor ele evoca a limpeza, perto de uma mão representa maciez. A cor azul, que representa bem-estar, confiabilidade, tranqüilidade, etc., é perfeita para a proposta do símbolo da Unilever e para os seguimentos em que seus produtos são comercializados: alimentos, cuidados pessoais e limpeza.

 

 

O Carrefour iniciou sua sociedade em 1959 na França, e chegou ao mercado brasileiro no ano de 1975. O que me fez ter certa aversão por esse símbolo é que só fui perceber que havia a letra “C”, dentro do que imaginava que fosse alguma espécie de seta, quando iniciei o curso de Publicidade e Propaganda na faculdade! Acredito que uma empresa multinacional como essa, teria que desenvolver um símbolo, digamos, pelo menos, um pouco mais inteligível. As cores vermelha, branca e azul fazem referência direta a nacionalidade da empresa. Pesquisando um pouco sobre a origem do mesmo, descobri como se deu sua concepção. A primeira loja a ser inaugurada, na cidade francesa de Annecy, ficava perto de um cruzamento (“Carrefour”, em francês) e as setas representam esse encontro de vias. Apesar de ser bem conhecido, o símbolo do Carrefour não faz nenhuma referência a suas atividades mercadológicas e nem a nenhum produto comercializado por eles. Coisa de gênio!

 

Referências:

 

Carrefour

Significado das cores

Unilever

Wikipédia - Carrefour

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publicado por AB Poeta às 14:53
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Terça-feira, 17 de Março de 2009

Rita e Roberto - (Marketing Sensorial Parte II)

Roberto

 

Parecia que a semana não passava. A sexta feira é o último, mas também o pior dos dias; as horas se arrastavam cada vez mais “lesmamente”... E sábado era o dia derradeiro. Passou a semana inteira trocando mensagens, e-mails, telefonemas, com sua pretendente. O tempo, lento, castigava, pesava como uma cruz.


Roberto, apesar de ter o costume de não fixar paradeiro, sempre foi um cara romântico. Talvez a origem de seu nome tenha alguma relação com essa característica pessoal: seus pais, fãs de Roberto Carlos, lhe deram esse nome como forma de homenagem ao Rei da Jovem Guarda.


Chegou o sábado, e Roberto acordou bem cedo, o que não era de seu costume. Precisava preparar a cena, sabia que a primeira impressão é a que marca, é a que fica, e queria que o que acontecesse naquela noite não fosse algo fugaz, e sim que se iniciasse uma longa relação.
Foi ao mercado com uma lista de ingredientes, afim para preparar um Fondue de chocolate. Rita adora chocolates. Mas ele não parou por ai, comprou uma série de velas de diversos formatos, cores e aromas, e alguns incensos. Comprou também uma boa variedade de frutas; cores, aromas, sabores variados, seriam imprescindíveis na arte da conquista.


Chegando em casa, teve seu dia de Amélia: empurrou os móveis para os cantos, tirou tudo que estava na estante e a faxina “comeu solta”!
Passado o trabalho laborioso doméstico, começou a preparar o ambiente para a tão esperada noite. Espalhou as velas aromatizadas e coloridas pela casa, colocou os incensos em pontos estratégicos (sala, corredor, quarto... vai que róla né), preparou o conjunto culinário na mesa de centro da sala, dispôs as frutas, geometricamente picadas, ao redor. Deixou duas macias almofadas para serem utilizadas como assentos, e colocou os CDs a postos para servirem aos ouvidos no momento necessário.


O horário combinado foi o das 20:30hs. Horas antes Roberto dedicou tempo na escolha da roupa, e acabou não arriscando muito: vestiu jeans, uma camisa social branca, posta por fora da calça, com as mangas levemente arriadas, e um lustroso sapato caqui. O perfume, passou o mais suave, assim como a loção pós barba. No banho usou sabonete pompom - Desses ai, que se banha bebê - queria realmente sensibilizá-la, e não se intimidou para isso.
Tudo pronto, agora só faltava o principal: ela!

 

Rita

 

Há tampos Rita não conhecia alguém interessante. O teor das mensagens trocadas durante a infinita semana deixou-a empolgada, ansiosa, talvez agora ela conseguisse se firmar num relacionamento, quem sabe... Passou a semana inteira achando o que poderia acontecer. Poderia ser somente mais um encontro, mas preferiu não dar bola para o pessimismo. Situações hipotéticas, pensou somente nas melhores, no que de bom poderia, e haveria, de acontecer. Rita é nome santo. Sua mãe é devota de Sta. Rita de Cássia, e ela acredita que sua chará não há abandonará num momento como esse. A devota vela, essa, já acendera bem antes.


Amanheceu o sábado, Rita pulou da cama entusiasmada. Sempre acorda cedo aos sábados, mas esse teve um motivo a mais para tal agilidade. Cuidou rápido dos afazeres domésticos, precisava do máximo de tempo livre, queria dedicar-se a si o resto do dia. Queria ficar maravilhosa para a noite.


Rita presenteou-se com um dia de princesa, tipo destes, exibidos em dominicais programas: foi à manicure, pedicure, cabeleleiro, fez limpeza de pele, depilação... Não poupou esforços para ficar belíssima.


Chegando em casa, após a maratona de cuidados, fez uma leve e breve refeição. Banhou-se e dedicou os mementos antes do encontro à escolha da vestimenta adequada para tal ocasião. Diante das opções, escolheu um vestido preto, a altura dos joelhos, desses que deixam as costas amostra. Lingerie, só a debaixo, os seios, deixou-os à vontade, usando e abusando da jovialidade. Sapatos, brincos, pulseiras e colar, todos cromaticamente combinando, nada de nada escandaloso. Nunca carregava na maquilagem, e não seria hoje que tomaria atípica atitude. Tinha um rosto alvo e meigo, de uma delicadeza singular, e os longos cabelos negros e lisos, emolduravam-no. O creme, que lhe correu por todo corpo logo após o banho, ressaltava a suavidade de sua pele, deixando-a com um aroma adocicado... Doce, assim era o jeito de ser de Rita.

 

Marketing Sensorial

 

Roberto pegou-se rindo só. Estava sentado no sofá de fronte ao relógio, impaciente, acompanhando a trajetória circular do magrelo ponteiro. Parecia-lhe que nunca havia feito isso antes e, sabe-se lá o por que, gostava daquela sensação. Tirou o carro da garagem (o carro passou horas no lava-rápido) e partiu para busca-la. Saiu bem antes do horário combinado, qualquer imprevisto poderia colocar tudo a perder, e aquela noite, imprevisto, nem em pensamento.


Chegou no endereço, que estava rabiscado num papelzinho, estacionou num ponto onde seria possível vê-la saindo de casa. Tirou do bolso o celular e ligou dizendo que já estava esperando-a na porta. Rita atendeu e ficou impressionada pela pontualidade... Alias, pelo horário: Roberto chegou vinte minutos adiantado; e o que também a surpreendeu é que ela também estava prontinha, aguardando a chegada do rapaz.


Quando Rita saiu pelo portão, Roberto simplesmente arrepiou-se, levou uma súbita injeção de adrenalina, olhava-a maravilhado... Estava lindíssima. Parecia até mentira: ela era um ideal personificado. Seus olhares logo se cruzaram, e Roberto acompanhou sua leve passada com um sorriso quase que infantil. Os saltos altos nem faziam barulho. Não havia nenhum ruído poluindo aquela visão... Rita levitava em sua direção. Com uma agilidade olímpica, saiu do carro e abriu a porta para a mocinha, que, logo após um beijo no rosto, respondeu com um sorridente “muito obrigada”.


Rita não acreditava: ele estava usando seu perfume preferido! Já gostava de homem gentil, e gentil, cheiroso e bem vestido então... Pensou: alma gêmea? Não... Será?


No caminho para casa de Roberto, foram conversando sobre coisas sem tanta importância, ou até sem importância alguma. O legal disso era que mal perceberam a presença da música, ou do locutor falando sobre sei lá o que, de tão interessante que era prestar atenção, reciprocamente, nas coisas sem importância que um dizia ao outro.


Chegaram no local, Roberto desceu primeiro e, mais uma vez, abriu a porta para sua dama – gentileza nunca é de mais, segundo seu bê-á-bá do romantismo – e, estendendo a mão direita, ajudou-a a sair do carro. Rita era só sorriso... Um maravilhoso sorriso.


Roberto abriu o portão, cruzaram o quintal, chegaram num pequeno hall de entrada, onde pediu para que aguardasse um segundinho de nada, ia fazer os preparativos finais, pois queria que Rita adentrasse já com tudo conforme manda o figurino. Acendeu as velas, pôs o Fondue e as frutas sobre a pequena e íntima mesa, deu uma última ajeitada nas serviçais almofadas, que já estavam prontas a recebe-los, soltou a leve música... Pode entrar – disse sorridente. Rita respondeu com uma expressão de profunda alegria, não teve palavras. Ao ver o cenário pronto, Rita foi tomada por uma repentina emoção, que lhe pôs lágrimas aos olhos e elogios nos brilhosos e úmidos lábios – nossa... que lindo, está maravilhoso! – exclamou.


Rita e Roberto passaram horas conversando, regando palavras e gestos ao sabor do vinho. Suas risadas bailavam pelo ar, confundindo-se, qual risada partia de quem, e, ao mesmo tempo, entendendo-se mutuamente. Uníssonas. O aparelho de som, que observava feliz a tudo, deu a deixa para o casal e cantou – “I’ve been really tryin’, baby, Tryin' to hold back this feelin' for so long... let’s get it on…” – Marvin Gaye pré-anunciava o início. Roberto levantou-se, pegou na mão de Rita, que instintivamente o seguiu, sem dizer nada, só olhares. Dançaram... Colaram-se... Olharam-se... Beijaram-se...


O beijo marcou o início de uma relação longa, intensa e fiel.

 

 

 

 

 

Um possível começo...

 

Pra ver:

 

Marketing Sensorial

Let's get it on

 

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Let's get it on - Marvin Gaye

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Quinta-feira, 12 de Março de 2009

Market Share

Quota, participação, porção ou, num termo mais vulgarmente conhecido, fatia de mercado. Todas essas denominações (cada “especialista” no assunto inventa a sua) referem-se apenas a uma: Market Share!


A finalidade do Market Share é quantificar em porcentagem a participação de uma empresa em seu segmento, verificando assim sua posição junto à de seus concorrentes, perante o mercado. Para obter esse resultado as empresas geralmente dividem o total de unidades vendidas de seu produto pela quantidade total vendida no mercado em que atua. Ou então divide o valor total de vendas pelo valor total de vendas do segmento. Esse resultado quantificara a participação dessa organização no mercado atuante.


A importância de se preocupar com o Market Share é que, além de, claro, saber a participação da empresa junto ao mercado, manter sua marca entre as líderes é certeza de agregar valores como qualidade, credibilidade, confiança, etc., ao produto e isso, conseqüentemente, impulsiona as vendas.


Em mercados onde a competitividade se da somente através da guerra de preços, fica mais difícil quantificar essa participação, pois o sobe e desce de valores alterna também as posições mercadológicas das empresas.


Calcular essa participação não é tão simples quanto parece. Philip Kotler, considerado um dos maiores “gurus” dos negócios, afirma que, se uma empresa cresce 5% ao ano e o setor em que atua cresce 10%, ela está perdendo participação de mercado. Acompanhar o crescimento do setor é extremamente importante para manter um bom Market Share.

 

Referências:

 

Wikipédia - Quota de mercado

Info Money - Glossário

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publicado por AB Poeta às 17:59
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Segunda-feira, 2 de Março de 2009

Marketing Sensorial

Marketing de experiência sensorial, ou simplesmente marketing sensorial, tem como objetivo criar um vínculo emocional entre produto/serviço com o cliente, explorando os cinco sentidos sensoriais humanos: olfato, tato, paladar, visão e audição. Também é chamado de terceira onda do marketing.


Essa estratégia não exige um investimento muito alto, seus resultados são práticos e de curto prazo. Essa experiência sensorial por qual os consumidores são sujeitados, além de tornar a compra do produto mais especializada, mais característica, destaca também o estabelecimento em que ela é realizada.


A visão é um dos sentidos mais explorados pelos profissionais da área. Cores, formatos e tamanho de logos são escolhidos de maneira minuciosa, para não causar nenhum tipo de aversão junto aos consumidores. A arquitetura é uma ótima opção dentro dessa estratégia, mas é a menos utilizada.


A audição deve ser cuidadosamente explorada. Em ambientes como supermercados, devem ser reproduzidas músicas mais suaves, para que os clientes passe mais tempo dentro do estabelecimento. Já em lugares em que há uma rotatividade maior de clientes, é aconselhável uma música mais acelerada.


O tato é um sentido importante. É através dele que se sente a textura ou a maciez de certos produtos. É sempre bom deixar os produtos ao alcance do consumidor.


No paladar não há muitas novidades de estratégia. Como se trata de algo muito subjetivo, e que varia de acordo com a cultura regional, a maneira mais utilizada para atrair um novo consumidor ainda é a provação, mais conhecida como mostra grátis. Oferecer balas, doces, chocolates, pode ajudar nessa nova conquista.


O olfato é o sentido menos trabalhado em ambientes empresarias, pois o aroma ideal para determinado púbico é muito difícil. Um aroma escolhido de forma errada pode causar enjôo, mal-estar em clientes e funcionários.


Aromas como bolo, pão, chocolate, café, cria um ambiente familiar, o que deixa as pessoas mais à vontade. Segundo pesquisa encomendada pela Nike, 84% dos consumidores dispõem-se mais a comprar um par de calçados quando são influenciados por um aroma floral misto. O aroma sempre deve estar, de alguma forma, ligado ao produto oferecido. Não se pode colocar, numa loja de artigos esportivos, um aroma de pão quente, por exemplo.

 

Referências:

 

Portal do Marketing

RH Portal

Portal da Administração

 

Ver: Marketing Sensorial Parte II - Rita e Roberto

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publicado por AB Poeta às 16:39
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Terça-feira, 2 de Setembro de 2008

Marketing esportivo

Jornalista desde 1986, Ivan Zimmerman, há mais de 12 anos cobre a NBA (basquete), NFL (futebol americano), NHL (hockey) e MLB (baseball), além da Champions League (futebol) da UEFA. Cobriu as Copas do Mundo de 1994 pela Rádio Jovem Pan e de 2006 pela DirecTV. Participou da cobertura das Olimpíadas de 2004 pela Band Sports e continua no canal, agora narrando e comentando os jogos da NFL (o dito futebol americano).


Com a indignação a flor-da-pele, o jornalista faz uma comparação (se é que dá para comparar) do tratamento que é dado ao esporte (todos eles) nos Estados Unidos, e de como o mesmo assunto é tratado no Brasil. Os americanos fazem dele um grande negócio, não só empresarial, mas também social, e o usa como propaganda para promover o país. É só assistir a qualquer olimpíada para ver isso.
No Brasil o caso é bem diferente. A monocultura do futebol mostra como nós não sabemos valorizar as variadas modalidades esportivas. No futebol temos os melhores craques, mas todos jogando em outros países.


Outra modalidade brasuca que se destaca é o Volei de quadra Masculino. Tem uma seleção que, como poucas, em qualquer outro esporte, tem uma coleção de títulos invejável. Mesmo tendo todo esse destaque, segue o exemplo do futebol, que tem seus maiores jogadores atuando no exterior.


Os exemplos dados pelo jornalista mostra o quanto é importante fazer uma boa publicidade, qualquer que seja a modalidade esportiva, e de como o marketing, quando é bem feito, faz a diferença. 

 

**Texto referente à palestra ministrada pelo jornalista esportivo Ivan Zimmerman – 28/11/07.

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publicado por AB Poeta às 13:06
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