Manifestações consciente do inconsciente. Contos e poesia crônica.

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Churras de carnaval

Pode chover

O cão ladrão

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Sábado, 31 de Janeiro de 2015

marchinha da jurupinga

 

eu quero jurupinga

pinga

pinga

e não acaba

 

melhor uma goteira que embriaga

do que um rio que me faz chorar

 

juro vou na ginga

no bloco a cantar

que eu quero que essa pinga

nunca pare de gotejar

 

eu quero jurupinga...

 

(repete até cair...)

 

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publicado por AB Poeta às 16:11
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Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010

Pescando Namorado

Ela jogou a rede
No rio em Jaú
Pra pegar um Namorado
E pegou um torneado
Mas deu sorte de azarado
Ele só quer pirarucu


Ele quer pirarucu
Ele quer pirarucu


Namorado torneado
Que sorte de azarado
Ele só quer pirarucu


Olha aqui minha colega
Eu sou todo torneado
Mas não sou o Namorado


Vamos pescar juntos
Nesse rio de Jaú
Quem sabe arrumamos
Um bom pacu, pacu, pacu


Ele quer pirarucu
Ele quer pirarucu


Namorado torneado
Que sorte de azarado
Ele só quer pirarucu

 

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publicado por AB Poeta às 15:30
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Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2010

O Padre e a Freira

Quem foi o doido
Sem eira nem beira
O padre quer saber
Quem comeu o cu da freira


Seu herege
Isso não valeu
Já vou lhe dizendo
Esse pecado é só meu


Quem foi o doido
Sem eira nem beira
O Padre quer saber
Quem comeu o cu da freira


Padre, não diga isso não
Se o pecado é perdoado
Divide ele com os irmãos


Depois rezamos
novena ou dezena
E iremos para o céu
Eu, você e a tal freira


Quem foi o doido
Sem eira nem beira
O padre quer saber
Quem comeu o cu da freira

 

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publicado por AB Poeta às 13:33
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Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010

Churras de carnaval

Aaaaai eu tô passando mal
Comi um coração
No churras de carnaval


Tira o frango
Para de preguiça
Vira a chuleta
Que eu vô botá a lingüiça


Aaaaai eu tô passando mal
Comi um coração
No churras de carnaval


Gela a breja
Prepara a farinha
Pega o pilão
Pra socar na caipirinha


Aaaaai eu tô passando mal
Comi um coração
No churras de carnaval...

 

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Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2009

Pode chover

Pode chover
Pode chover agora
Pode chover que a alegria não vai embora


Pode chover que eu vou até o amanhecer
Eu vou é comemorar
E não quero nem saber!


Foi mais um
Foi mais um ano que se foi
E se eu só tenho o agora
Não vou deixar para depois


Abre mais uma
Abre duas
Abre três
Que o ano está acabando
Vamos tomar de uma vez!


Primeira bateria
Vira, vira, vira
Vira, vira, vira, virou...

 

Feliz ano novo a todos!

 

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publicado por AB Poeta às 22:35
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Quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

O cão ladrão

Voltando do açougue
Cai da bicicleta
Um cachorro magro
Comeu toda bisteca


Que azar que eu dei
Em frente da estação
A bisteca que eu comprei
Quem comeu foi outro cão!


Voltando do açougue...

 

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publicado por AB Poeta às 15:12
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Quinta-feira, 6 de Novembro de 2008

Marchinhas de carnaval

Mais um carnaval vem aí. A grande “festa da carne”, em todos os sentidos, e sentidos, sempre vem embalada com muita “música”... Ou melhor, ritmos brasileiros. E é sempre assim: muito axé music, pagodinho, funk, variações indefinidas dentro dessas definições, e, para salvar a pátria, sambas enredos clássicos e, de maneira bem modesta, as marchinhas de carnaval, que sacodem os corpos surrados de meia dúzia de foliões guerreiros (bebássos) que resistem e insistem em pular manhã a dentro. E, sabe como é, marchinha de carnaval tocou todo mundo canta! É espantoso que músicas que não tocam em canto nenhum estejam na cabeça de todos; é inato, ou melhor, é a “música brasileira inata”.


Pensando nisso, de maneira bem pretensiosa, pois mal escrevo, quanto mais componho, mesmo assim, compus algumas marchinhas (bem modestas) para embalar os foliões dos próximos carnavais... E quem sabe fazer o Arlequim parar de chorar pela Colombina e não ficar pagando mico no meio da multidão.


 

O bombardeio de Nero a Roma
Letra: André Al

 

Nero correu correu
Chegou em casa, se cansou
Deitou na sua cama
Um baseado acendeu
E Roma incendiou

 

e e e e taca fogo Nero que eu quero vê e e
e e e e fogo na bomba Nero que eu quero vê

 

Corre corre, gritaria
Que tremenda confusão
Na hora da orgia
Pintou o camburão
Semente já na mente
Não deu de vacilão
Como Pôncio Pilatos, lavou as suas mãos

 

e e e e taca fogo Nero que eu quero vê e e
e e e e fogo na bomba Nero que eu quero vê

 


A piruca do Pedrinho
Letra: André Al

 

Pedrinho pegou a pururuca
Pôs por cima da piruca

 

Pedrinho pegou a pururuca
Pôs por cima da piruca

 

Pernilongo, pardal, piolho e pulga
Paparam parte da pururuca

 

Puto com aquilo, que decepção
De cara fechada, sem hesitação
De ante da maloca, sem bico de sinuca
Jogou pra pororoca a pururuca

 

Pedrinho, mas que desatenção
Com a pururuca voou junto a piruca
 

 

Careeeeca... Careeeeca... Careeeeca...

 

 

Agora é a hora

Letra: André Al

 

Quem já morreu, já morreu
Não tá aqui, não vem mais
A tristeza faleceu
Quero alegria e paz

 

O carnaval já chegou
Vem aqui meu amor
Eu quero abraço e calor
Eu quero é mais, quero é mais

 

Dá-me um beijo na boca
Desesperança de alegria

Pois eu só tenho o “agora”
Vem-me logo e namora
Esqueça o outro rapaz

 

Não perca tempo pensando
O carnaval tá passando
A vida logo vai embora
E ai não da mais

 

Quem já morreu já morreu...

 


E assim vais, em eternos carnavais...
E quantos “ais” se deram felizes, em eternos carnavais...

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publicado por AB Poeta às 02:43
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