Manifestações consciente do inconsciente. Contos e poesia crônica.

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Sexta-feira, 21 de Junho de 2013

Ao Joseph Blatter

 

Aê Blatter, sabe o que é

sabemos como fazer

manifesto, agora acontece!

 

Aqui Joseph se chama José

na zabumba é que se usa o "Z"

e Brasil se escreve é com "S"!

 

 

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Terça-feira, 27 de Novembro de 2012

Tatu caminha no buraco da copa

 

Tá tudo errado!

 

Nome fuleiro tem o tatu

Fuleco

 

É mascote dum time

marreco

 

Jogador boneco

tá tudo rico!

timeco-sem-bola

futebol em extinção

cacareco

 

Tá tudo armado:

o concreto em obra

dinheiro de sobra

disseco:

desvio de verba

desconfio, voou

no teco-teco

 

Tá tudo bem

qualquer coisa, hipoteco

 

Tá tudo normal

noticia o jornaleco

 

Tá tudo em casa

carnaval

tamborim e reco-reco

 

Tá tudo em pizza

difícil será ficar sem

o caneco

 

Mas e pro povo?

Pro povo, peteleco!

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Segunda-feira, 27 de Agosto de 2012

Partida

 

A felicidade refletia impávida

nas crianças que

jogavam

bola na rua

 

Lá vai voa vai

a bola que voa

sobre o muro

sobre os portões

sobre as grades

sobre lanças e

cai

num quintal

fúnebre

 

Para a morte que florescia

no chão solitário

aquela queda era uma gota

incômoda

de alegria alheia

 

Desaforada fora a bola

que foi furada

rasgada

partida ao meio

no meio do quintal

meio aos olhares alheios

violentada como um meio

de se atingir a felicidade

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Segunda-feira, 16 de Abril de 2012

Centenário alvinegro

 

O Santos é meu time

e eu torço com fervor

alvinegra é minha camisa

e eu visto com amor

Santos centenário

sempre joga pra vencer!

 

Santos sempre Santos

Santos sempre eu ei de ser

 

O Santos sempre busca a vitória

Na Vila, dentro ou fora, aonde for

O time da virada

nunca tem o que temer!

 

Santos sempre Santos

Santos sempre eu ei de ser

 

A torcida se dedica com louvor

canta e empurra o time por amor

O caldeirão da Vila

quando enche é pra ferver!

 

Santos sempre Santos

Santos sempre eu ei de ser

 

A arte já faz parte

de sua história

da Vila para o mundo

com suas glórias

Os craques da baixada

quando jogam é pra valer!

 

Santos sempre Santos

Santos sempre eu ei de ser

 

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Domingo, 4 de Dezembro de 2011

Sócrates

 

Filósofo com os pés

reinventou o calcanhar

 

Na bola-de-aço da ditadura

deu uma direta já

que foi na forquilha do arqueiro verde

e venceu o calcanhar-de-aquiles

com a democracia

 

Os pré-socráticos o admiraram

os socráticos o comemoraram

e os pós-socráticos que o sigam

não é todo século

que nasce um craque

nos vários campos brasileiros

 

Em memória... (1954-2011)

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Quinta-feira, 8 de Julho de 2010

Oito anos

 

eram vários os camisas dez que voavam

no gramado verde iluminado que se projetava

sobre a rua de terra encravada de seixos

 

com um resto de couro disforme

jogávamos partidas sem pausas

sem julgamentos

memoráveis

e dávamos a vida

para ver a bola cruzando

as traves de pedra...

 

ah, que saudade da minha infância

quando o Dunga era só uma fábula!

 

 

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Quinta-feira, 17 de Junho de 2010

Tinge os olhos de Brasil

 

A Copa do Mundo atinge

A gente, e a gente tinge

O asfalto, de Brasil

 

Os olhos ficam a mil

Com as cores dessa nação

E acelera o coração

Ver em campo a seleção

 

Traz felicidade para cidade

Num repetéco, traz o caneco

Faz vibrar todas as idades

 

Tamborim, pandeiro, reco-reco

Ginga no quadril, samba no pé

Sabe como é, derrota, não tem essa

Na África, Brasil é HEXA!

 

Tinge os olhos e os corações de Brasil....

 

Essa rua, essa rua é a minha...

 

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publicado por AB Poeta às 13:04
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Quarta-feira, 16 de Junho de 2010

Tabelinha

 

Ver de

Amar

 

(elo)

 

A Zul

De Branco

No altar

 

Em casa

Jogamos

Na área

Na copa

 

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publicado por AB Poeta às 14:34
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Domingo, 11 de Abril de 2010

Patriotismo sazonal

 

Corre, corre, correee

Toca, toca, toca

Vai, vai, vaaai

Chuta, chuta, chuta

Goooooooooooooool

 

É campeããão

É campeããão

É campeããão

 

Fome verde

Sorriso amarelo

 

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Terça-feira, 30 de Março de 2010

12 anos

 

Marquinhos passava todas as tardes, após as aulas, na casa do amigo Thiago, disputando acirradas partidas de futebol, jogadas no moderno vídeo game. Marquinhos sempre perdia, e o amigo zombeteiro – marreco, marreco – ria das derrotas do fraco oponente que, depois de resmungos grunhidos baixinhos, cerrava os beiços. Marquinhos queria vencê-lo, precisava vencê-lo. A vitória passou a ser uma meta.

Certa tarde ao se dirigir à casa de seu algoz esportivo, pensava decidido – de hoje não passa, venço! – seguiu para a sonhada glória. Chegou, cumprimentou o amigo e apressados ao quarto partiram para a partida. Marquinhos já foi logo marcando um – goooool – comemorou. O amigo empatou e em seguida fez mais um – coen, coen – grasnou para o freguês. Marquinhos não se intimidou, determinado a vencer fez mais um e mais um e mais um... E numa fúria goleadora, venceu.

 

Marquinhos largou o controle do vídeo game e saltitou pela casa – venci! venci! – gritava, com alegria pura brilhando nos olhos. Voltou para o quarto, zombou do perdedor. Com fome, foi até a cozinha, abriu a geladeira, viu um enorme queijo branco de Minas, pegou-o e levou até a mesa. Voltou para o quarto, colocou o pé sobre o peito do amigo que estava no chão e puxou a faca que estava cravada. Rápido removeu o sangue com detergente na torneira da pia, enxugou a lâmina na camiseta do colégio e cortou um pedaço grosso de queijo, desfrutou do banquete, sentindo-se campeão.

 

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publicado por AB Poeta às 15:04
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Quarta-feira, 24 de Março de 2010

Crônica de Rubem Alves

 

Este texto foi feito para a oficina Escrevivendo, como exercício de argumentação, baseado na crônica de Rubem Alves “Não vou ver as competições...” que fala sobre as competições olímpicas. A proposta era fazer uma carta para o autor dizendo o que achou do texto (a outra crônica apresentada no curso foi uma do Moacyr Scliar, sobre o mesmo assunto).

 

Segue texto:

 

Bom dia professor Rubem Alves, tudo bem? Espero que esteja.

 

Escrevo para comentar sobre sua crônica, referente às competições olímpicas. Essa tese de que atletas não são longevos achei muito interessante, porém acredito que seu texto a defende de maneira superficial, com argumentações vagas. Por exemplo: com quantos anos morreu a Florence? Eu não sei, e acredito que a maioria de seus leitores também não. Caso ela tenha morrido muito nova, o senhor deveria ter citado a idade, fortaleceria a tese. A comparação com os animais acho que não cabe. Os animais são irracionais, agem por instinto e equilibram-se naturalmente. Já o homem não, não tem função definida, age de acordo com o que acredita ser o melhor para ele, e como cada um acredita num “melhor”... Fica difícil julgar (a luta das nadadoras contra o cronômetro lembrou-me cronistas lutando contra fechamentos de edição).

 

O estresse que o corpo da maratonista suíça sofreu foi realmente chocante, mas será que foi maior do que a sensação gloriosa de cruzar a linha de chegada? No prazer também há dor (os masoquistas que o digam). O topo do pódio é mesmo a celebração do narcisismo, concordo; mas não conheço ser humano algum que não goste de receber elogios, e pódio é o máximo do elogio. Competir é de nossa natureza, todas as civilizações competiram entre si, e as olimpíadas foi uma brilhante invenção, pois se for ver a fundo, ela é a versão pacífica da guerra.

 

Gosto de suas crônicas e espero que escreva outra sobre esse mesmo assunto. Para terminar, também gosto das meninas do vôlei, já a ginástica não é muito minha praia, mas vale ver as meninas. E por falar em menina, Gabrielle Andersen-Scheiss ainda mora na suíça.

 

André Al.

 

publicado por AB Poeta às 10:03
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Domingo, 14 de Março de 2010

Atleta

 

Quem tem que bater o recorde
Não perde tempo com a vida


Estimativa longa?
Isso é para os últimos


Cedo a vida
Cedo ao pódio

 

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Segunda-feira, 9 de Março de 2009

Coração Alvinegro - Santos Futebol Clube

Cresci vendo, logo acima da TV de casa, um quadro metalizado estampado com o símbolo do Peixe, do Santos Futebol Clube. Por influência de meu Pai, que testemunhou boa parte da gloriosa história desse que é considerado o time do século XX nas Américas, também sou santista. Em 1984, com um gol do Serginho Chulapa, na final do campeonato contra o corinthians, o Santos sagrou-se Campeão Paulista, aumento ainda mais essa influência. Um dia após a conquista paulista, um pôster com o time que jogou aquela final fazia compania ao duradouro simbólico quadro metalizado do alvinegro praiano.
Tentando expressar essa minha paixão alvinegra, compus uma modesta, mas vibrante música, para embalar a torcida e incentivar mais ainda o Peixe, no decorrer de suas partidas. Segue abaixo:

 

Coração Alvinegro
Letra: André Alves

 

Salve o glorioso Santos
Verdadeiro campeão
O amor pela camisa existe
Meu time joga com paixão

 

No embate não se abate
E em campo vence a luta
Preenchendo a história com suas glórias

 

O time da virada
Na vila da vitória
Sempre vence com emoção
Transformando em alvinegro o vermelho coração!

 

Salve o glorioso Santos
Verdadeiro campeão
Poderoso da Vila Belmiro
Meu time joga por paixão

 

Trabalhando as bases
Ao Brasil da novos craques
Mantendo a tradição
Do futebol faz arte

 

O time da virada
Na vila da vitória
Sempre vence com emoção
Transformando em alvinegro o vermelho coração!

 

Salve o glorioso Santos!

 

Santos Futebol Clube - 1912

 

Hinos:

Hino Oficial do Santos Futebol Clube

Hino Do Santos - Leão do Mar

 

Clique aqui: Web Site Oficial

 

Download dessa letra - Coração Alvinegro

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publicado por AB Poeta às 20:28
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Terça-feira, 2 de Setembro de 2008

Marketing esportivo

Jornalista desde 1986, Ivan Zimmerman, há mais de 12 anos cobre a NBA (basquete), NFL (futebol americano), NHL (hockey) e MLB (baseball), além da Champions League (futebol) da UEFA. Cobriu as Copas do Mundo de 1994 pela Rádio Jovem Pan e de 2006 pela DirecTV. Participou da cobertura das Olimpíadas de 2004 pela Band Sports e continua no canal, agora narrando e comentando os jogos da NFL (o dito futebol americano).


Com a indignação a flor-da-pele, o jornalista faz uma comparação (se é que dá para comparar) do tratamento que é dado ao esporte (todos eles) nos Estados Unidos, e de como o mesmo assunto é tratado no Brasil. Os americanos fazem dele um grande negócio, não só empresarial, mas também social, e o usa como propaganda para promover o país. É só assistir a qualquer olimpíada para ver isso.
No Brasil o caso é bem diferente. A monocultura do futebol mostra como nós não sabemos valorizar as variadas modalidades esportivas. No futebol temos os melhores craques, mas todos jogando em outros países.


Outra modalidade brasuca que se destaca é o Volei de quadra Masculino. Tem uma seleção que, como poucas, em qualquer outro esporte, tem uma coleção de títulos invejável. Mesmo tendo todo esse destaque, segue o exemplo do futebol, que tem seus maiores jogadores atuando no exterior.


Os exemplos dados pelo jornalista mostra o quanto é importante fazer uma boa publicidade, qualquer que seja a modalidade esportiva, e de como o marketing, quando é bem feito, faz a diferença. 

 

**Texto referente à palestra ministrada pelo jornalista esportivo Ivan Zimmerman – 28/11/07.

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publicado por AB Poeta às 13:06
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