Manifestações consciente do inconsciente. Contos e poesia crônica.

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Terça-feira, 12 de Outubro de 2010

Reencontro

 

Pareciam séculos que estamos separados

A sede do reencontro era muita

Muita mesmo

 

Quando entrei, lá estava ela

Linda, minha, parada e só

Só com as outras iguais, mas só

 

Aproximei-me tímido

Estiquei a mão e toquei-a

Toquei-a como há tempos não a tocava

E senti-a suada, amargamente leve e

Fria, como sempre foi comigo

 

Puxei-a para perto da minha boca

Com minha mão firme

Já pronto para recebê-la

Com um beijo doce de boas vindas

Para alguém que há tempos não via

Mas que estava presente em meu presente

Por todo o presente que me cercava

 

Corpo denso, dourado

Cabelos lindos e prateados

Suaves

E meus

 

Nossos corpos se misturaram

Tão perfeitamente que

Tornaram-se um

 

O retorno do seu gosto em mim

Fez-me homem feliz

Novamente

 

Nunca fui aquele cara longe, só

Triste e insosso

Que fui enquanto ela esteve ausente

 

Hoje ela me fez

Sentir-me e

Ser

Alguém novamente

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publicado por AB Poeta às 23:08
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4 comentários:
De Naty a 19 de Outubro de 2010 às 16:45
Aí eu viro e digo, que lindo o poema que fizeste á mim ! e o poeta responde : não era pra ti, falava sobre minha escova de dentes rsrs né?
De AB Poeta a 19 de Outubro de 2010 às 16:54
Quase acertou...
De Celly Monteiro a 29 de Setembro de 2011 às 21:00
Wau! muito lindo esse poema que vc fez a sua escova de dente. rs brincadeirinha. Lindas palavras.
De AB Poeta a 29 de Setembro de 2011 às 21:44
é que era uma escova muito querida rsrsrs

Vlw pelo comentário!

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