Manifestações consciente do inconsciente. Contos e poesia crônica.

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Sábado, 20 de Março de 2010

Poema à Rosa

 

Quando nasceu (menina dengosa)
Deram-lhe um nome: Rosa


Rosa cresceu num lugar cheio de rosas
Vestia-se sempre de rosa
Cheirava à rosa
Sua pele era delicada, como a de uma rosa
Às vezes chamavam-na de flor...
E ela corava rosado


Rosa ficou formosa
Mas a timidez de Rosa
Mistura a rigidez
E a pouca prosa
A fez criar raízes (viveu plantada no mesmo lugar)


Rosa ficou severa
(Não falava nem com a prima Vera)
E no passar das estações
Não mudava suas opiniões


Ninguém a colheu
Percorreu poucos caminhos
E cercada de espinhos
Murchou...
Morreu.

 

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publicado por AB Poeta às 02:56
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1 comentário:
De allungare il pene a 23 de Março de 2010 às 12:40
belas palavras! Eu acredito muito uso terapêutico da escrita e da poesia. vai com mais freqüência para vê-lo

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