Manifestações consciente do inconsciente. Contos e poesia crônica.

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Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009

Símbolos e Logotipos - Analise Subjetiva

Este trabalho tem por finalidade analisar os aspectos quantitativos e qualitativos de logotipos e símbolos das seguintes empresas:


• Das redes de TV: Record, Globo, Bandeirantes e SBT;
• Das bebidas fermentadas: Brahma, Antártica e Coca-Cola;
• Das automobilísticas: Ford, Chevrolet, Citroen, Ferrari e Volkswagen;
• Das petrolíferas: Shell, Esso, Ipiranga e Hudson;
• Das instituições financeiras: Bradesco, Santander, Itaú e Real (pertencente ao grupo Santander);
• Das telecomunicações: Telefônica, Vivo, Claro e Brasil Telecom.


A maioria desses símbolos e logotipos citados acima são constantemente vistos (para quem é observador) durante nosso dia-a-dia. Da casa para o trabalho, do trabalho para a faculdade, academia, igreja, happy hours, seja lá para onde for, dificilmente você não irá se deparar com algum deles.


Partindo dum ponto de vista subjetivo, confesso que não reparo muito em nenhum dos citados. Hoje quando não estou com o MP3 (Sony, esse eu vejo todos os dias) nos ouvidos, atentando aos riffs de guitarras clássicas do rock’n’roll, que me soam como doces sussurros (e a mente longe daquele pedacinho de realidade), estou com os olhos grudados em livros de literatura, filosofia, sociologia, psicologia... Nunca estou olhando pela janela. Mas, mesmo tentando fugir desse assédio visual, mantenho uma certa relação com alguns desses símbolos e logotipos.


As redes de televisão acredito que dispensam comentários. Somos educados a assistir a TV, então esses símbolos são mais que constantes em nossas vidas. E desde nossa infância. Destaco o da Rede Globo pela simplicidade e simbologia: um globo dentro de uma tela de TV dentro de outro globo; mas só simplicidade não ajuda muito, o do SBT é somente um circulo multicolorido com as iniciais da rede dentro, e é visualmente inexpressivo.


A Coca-cola tem o logotipo mais conhecido do mundo. E desde do início de suas atividades, manteve as chamativas cores (branco e vermelho), e o nome com letras sinuosas. Sinuosidade que migrou para a garrafa (300ml), que tem característica própria, reconhecia em qualquer lugar. É praticamente um símbolo. A Brahma e Antártica, que travam uma batalha mercadológica no segmento de bebidas fermentadas, estão no inconsciente dos brasileiros a anos. Além das duas terem em seus logos a cor vermelha, que remete ao calor, bombardeiam os consumidores com comerciais atrelados a outras paixões nacionais: futebol, churrasco e praia.


Os das indústrias automobilísticas são os mais simples. Os mais fáceis de serem lembrados. Alguns estão bem mais tempo presentes em nosso cotidiano (VW, GM, Ford), pois participam a muito mais tempo do mercado brasileiro. A Ferrari é praticamente um sonho de consumo. Além da cor característica (vermelha) acredito que a Ferrari é mais lembrando por ser, quase, uma utopia de consumo. Pelo menos para os simples mortais.


Das redes de combustível, caso você não tenha algum tipo de veículo que necessite de gasolina, álcool, etc., fica mais difícil de lembrar-se de algum. Esso e Hudson (não é a dupla sertaneja), que possuem as mesmas cores (vermelho, branco e azul), praticamente habitam somente a lembrança de pessoas acima dos trinta anos. Essas duas redes diminuíram tanto o número de seus postos que praticamente não são conhecidas pelas novas gerações. Shell e Ipiranga já são bem mais freqüentes.


O banco Bradesco, dentre as instituições financeiras, tem o símbolo mais conhecido. Além de ser a maior dentre as analisadas, é conhecido como banco popular; do povão! Como já dizia a velha piada: orelhão, puxa-saco e Bradesco, tem em qualquer esquina. O Itaú e Real tem em seus logos e símbolos cores mais discretas (azul e amarelo - verde e amarelo, respectivamente). Acredito que essas escolhas, discretamente cromáticas, seja devido as suas intenções de público alvo: uma gama mais elitizada da população. O Santander seguiu o estilo Bradesco: o bom e velho vermelho “berrante”.


As empresas de telecomunicações, depois dos processos de privatização, tornaram-se freqüentemente presentes. E a tendência é aumentar mais. Segundo a Anatel *(Agência Nacional das Telecomunicações) até 2018 existirá no Brasil um celular por habitante. O número de aparelhos saltará dos atuais 125 milhões para 250 milhões.


Hoje as ofertas, dos mais variados produtos e serviços, são totalmente agressivas. Nunca o consumidor foi tão ferosmente assediado e disputado pelos mais diversos tipos de empresas e seguimentos. Essa miríade de cores, letras e formas geométricas, que incentiva cada vez mais o consumo desenfreado, não enchem os olhos de ninguém... Alias, reparando bem, enchem sim. Enchem de um vermelho “berrante”. Quem nunca precisou ligar para uma central de telemarketing!

 

*Fonte: Info-Plantão

 

Para ler:

 

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Texto - Me falta etiqueta?

 

Trabalho acadêmico realizado em 20/02/09

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publicado por AB Poeta às 12:10
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