Manifestações consciente do inconsciente. Contos e poesia crônica.

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Quinta-feira, 22 de Setembro de 2011

Odores fluídos sabores

 

O cheiro doce e úmido da pele tua

nua que espera o toque quente

rente e íntimo que aumenta o ritmo

num átimo, do corpo, da pulsação

 

Fricção animal sobre a cama

dama da sociedade que revira puta

luta com o macho pelo prazer

fazê-lo acontecer no quarto

 

O ato final do filme, o gozo

no fosso dilatado e úmido

unido ao falo agora contraído

caído, satisfeito, em paz

 

Jazem os amantes na oca oca

e as bocas dividem num ataque

o acre gosto contido

nos fluídos, no que sobrou de nós

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publicado por AB Poeta às 13:46
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2 comentários:
De Luiz Bomfim a 26 de Outubro de 2011 às 16:42
Muito bom poema. Gostei da estrutura em quem a rima fica com fim do verso e o início do verso posterior. A temática muito utilizada por mim - Luxuria - caiu muito bem. Parabéns.
De AB Poeta a 26 de Outubro de 2011 às 21:23
Vlw, Luiz, pelo comentário!

Abrçs

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