Manifestações consciente do inconsciente. Contos e poesia crônica.

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Quarta-feira, 22 de Dezembro de 2010

Matança

 

Verbos, versos e outras matanças

Vestes, vítimas em tantas andanças

Rostos e restos em rodas de dança

Bocas e beijos, cabelos de tranças

Murros e marras em ponta de lança

Erro e erro, desde criança

 

Assassino a(à) soul(ta)

Carnificino-me o corpo

Minha matança mira morte minha

 

Matança...

Diariamente meu fim adia

 

Matança...

Dia-a-dia em meu peito ardia

 

Matança

Ainda que tardia...

 

Quantas vezes preciso morrer

Para ser quem eu sou?

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publicado por AB Poeta às 12:36
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2 comentários:
De Nina a 22 de Dezembro de 2010 às 12:56
Ah! Que bonito ficou isso, guri!
Adorei esse negócio aí. Esse lance de matar-morrer é que nem valsa... pra lá e pra cá...
;)
De AB Poeta a 22 de Dezembro de 2010 às 14:23
é... vamos morrendo e matando, dançando conforme a música. rs rs

Bjos

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